Fidelidade no enredo da Gaviões faz torcida explodir

Desfilando a propaganda como a alma do negócio e destacando a fidelidade, a Gaviões da Fiel levantou sua torcida nas arquibancadas do Anhembi, que ficaram parecidas com uma partida de futebol, neste início de madrugada do domingo. O clima também lembrou um estádio pelos fogos, rojões e sinalizadores que enfumaçaram o sambódromo até o momento de a bateria entrar no recuo. Ao final do desfile, ecoaram gritos de "é campeã". Outro bordão que tomou conta da avenida foi "bando de loucos".

EQUIPE AE, Agência Estado

11 de fevereiro de 2013 | 20h14

Dentro do tempo regulamentar, a agremiação da torcida organizada do Corinthians levou o público ao delírio com o carro alegórico que trouxe o publicitário Washington Olivetto e o goleiro Cássio. Outros jogadores se posicionaram no camarote da Brahma para acompanhar a apresentação.

No abre-alas, 43 gaviões representaram os 43 anos da escola de samba. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira foi outro exemplo de fidelidade à escola. Gi e Bozó, que também são marido e mulher, desfilaram com fantasias de 40 quilos, sendo que a porta-bandeira pesa 50 quilos.

Caracterizada por baronesa do café, a apresentadora Sabrina Sato, madrinha de bateria da Gaviões da Fiel, destacou a responsabilidade da escola neste ano. Na concentração, disse que "a vontade de fazer um carnaval bonito é ainda maior, pelos torcedores", em referência à conquista do mundial de clubes pelo Corinthians no fim do ano passado.

O terceiro carro alegórico da escola da "nação corintiana" trouxe a figura de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, como exemplo de grande comunicador da televisão brasileira. Na ala A Bela e a Fera, a Gaviões aproveitou o filme para falar de propagandas que prometem, mas não cumprem.

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