Floricultura desenvolve máquina própria

A ideia é vender o equipamento, que custa R$ 42 mil, a outras floriculturas a preço mais acessível

Luciana Dyniewicz, O Estado de São Paulo

10 Julho 2017 | 05h00

Para vender flores em máquinas automáticas, a Esalflores adaptou a umidade e a temperatura de um equipamento importado da Itália para que as plantas sobrevivessem até sete dias.

Agora, a empresa tem uma equipe própria que trabalha no desenvolvimento de um aparelho que possa receber arranjos maiores. A ideia é vender o equipamento, que custa R$ 42 mil, a outras floriculturas a preço mais acessível. “Enquanto estiver na casa dos R$ 40 mil, é difícil para empresas menores terem uma máquina”, diz o diretor-geral da Esal, Bruno Esperança.

O empresário teve a ideia de vender flores de forma automática há cinco anos, durante uma viagem a Londres. Dois anos depois, instalou a primeira unidade em Curitiba. Hoje, a companhia tem 41 máquinas no País, em aeroportos, shoppings e rodoviárias. A Esalflores atua ainda com 65 lojas físicas.

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