FMU diz que aluna foi socorrida em 14 minutos

O Complexo Educacional das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) divulgou nota nesta sexta-feira lamentando a morte da aluna Angelita Simões, de 28 anos, que faleceu dentro do câmpus da instituição no Itaim-Bibi, zona sul de São Paulo, na noite de quinta-feira. A aluna morreu dentro da sala de aula depois de um mal súbito e a polícia investiga se houve omissão de socorro por parte da faculdade.

FELIPE TAU, Agência Estado

24 de agosto de 2012 | 13h21

Segundo o marido de Angelita, ela ficou 40 minutos agonizando até ser socorrida pelo Samu, informação que é negada pela FMU. Em nota, a faculdade disse que Angelita passou mal às 21h37, que o resgate foi chamado às 21h40 e que os bombeiros iniciaram o atendimento às 21h51. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a ambulância do SAMU levou 19 minutos entre o chamado e a chegada ao local, entre 21h46 e 22h05, respectivamente.

A FMU também informou que tem 2 mil alunos matriculados e que possui um desfibrilador com inspetores habilitados a usá-lo. O aparelho emite choques elétricos que podem retomar as batidas do coração de quem sofreu parada cardiorrespiratória. De acordo com a legislação municipal, ele é obrigatório em locais com frequência média superior a 1,5 mil pessoas por dia.

A FMU finalizou a nota dizendo que "toda a comunidade metropolitana está em luto, em respeito a perda de nossa aluna, Angelita Pinto Simões Caldas, e informa que está amparando seus amigos e familiares nesse momento de muita tristeza e dor".

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