Fórum dos leitores

CRISE ECONÔMICA

O Estado de S.Paulo

27 Junho 2016 | 05h00

Porteira aberta

O acordo com os Estados para o pagamento de suas dívidas com a União abriu a porteira, e já começam os pedidos de socorro dos municípios, da indústria - incluídas as distribuidoras de energia da capenga Eletrobrás - e sabe-se lá onde isso vai parar. Será a tal da isonomia. E a sociedade, como fica? Alguém pensou nisso? Ela tem tantos ou mais problemas - frise-se, aos quais não deu causa -, começando com a própria sobrevivência até que os efeitos das medidas fiscais se mostrem favoráveis aos mortais.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@gmail.com

São Paulo

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Efeito manada

A sensata e competente economista Mônica De Bolle (Estado, 22/6, B5) nos deu bem a dimensão dos efeitos deletérios que podem ocorrer em face da decisão do governo interino de fazer um pacto financeiro com os Estados de forma açodada. Na mesma edição do Estado, chamava-se a atenção para as reivindicações já feitas, ou a caminho, de entidades das indústrias e das prefeituras (e, em seguida, virão os contribuintes inadimplentes) a pleitear descontos nas dívidas e carência nos débitos. Será um “acordão” a torpedear os esforços da equipe econômica para impor um basta nos excessos até então cometidos. E nem se fale na problemática externa com a eventual eleição de Donald Trump nos EUA e a saída da Grã-Bretanha da União Europeia (Brexit), neste mundo globalizado! Atenção, senhores do governo, não deixem a “maionese desandar” e mantenham as rédeas curtas, se efetivamente pretendem endireitar a economia deste país! Não se esqueçam do dito popular: onde passa um boi passa uma boiada!

L. A. GARALDI DE ALMEIDA

lagaraldi@uol.com.br

São Paulo

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E a responsabilidade?

O cidadão brasileiro tem conhecimento de que o acordo encontrado para a dívida dos Estados é tido como uma solução sensata. A vida tem de continuar e o custo da solução estaria sendo diluído num horizonte previsível. Porém não se tem notícia da consideração da infração à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), pela qual os governadores são responsáveis no plano estadual da mesma forma que a presidente da República é responsável no plano federal. Então não há punições, “por razões políticas”? Para que servem as leis, quando as infrações não têm consequências?

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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Perda de parâmetros

Um ditador sanguinário disse, certa vez, que “uma morte é uma tragédia, mas 1 milhão de mortes é uma simples estatística”, pois se perde a correta capacidade de avaliação da dimensão do fato. Estamos vivendo o mesmo problema na área da Economia. Petrobrás, OGX, Sete Brasil, Petros e outros fundos de pensão, BNDES e Oi, a cada dia, nos revelam perdas alucinantes. São tantas as notícias sobre prejuízos econômicos por fatores de gestão temerária ou fraudulenta, por roubos para benefício de pessoas, grupos ou partidos políticos, que as cifras gigantescas de milhões ou bilhões parecem ter-nos feito perder nossos parâmetros. Tudo o que está ocorrendo em nosso país pôs em evidência a fragilidade de nossas instituições fiscalizadoras, pois os grandes crimes econômicos recentes foram descobertos acidentalmente: o mensalão, graças a um dos membros da quadrilha, que se sentiu prejudicado; e o petrolão, fruto da apuração da conduta suspeita de um doleiro, em Curitiba. Puxou-se uma pena e veio junto um galinheiro, como disse alguém. Que toda esta tragédia nos sirva de lição para que possamos estar mais atentos ao desempenho dos próximos governos e jamais a situação chegue novamente ao ponto a que chegou desta vez.

NÍVEO AURÉLIO VILLA

niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

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INSS NO AGRONEGÓCIO

Plano destrutivo

O governo interino pretende passar a taxar a exportação agrícola com o INSS? Destruir o único segmento da economia que funciona? Fora Temer!

SONIA MARIA BENFATTI RESSTEL

sbresstel@gmail.com

São Paulo

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‘Loucura’

Viva ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que reagiu à absurda proposta de taxar as exportações de produtos agropecuários com o INSS, dizendo ser “loucura” essa medida. É para acabar com a única coisa que está dando certo em nossa economia e gerar mais desemprego. Enquanto países desenvolvidos subsidiam pesadamente a produção agrícola, nós queremos aumentar a taxação que pesa sobre ela cobrando impostos até na exportação.

CARLOS VIACAVA, ex-diretor da Cacex e secretário-geral do Ministério da Fazenda

cv@carlosviacava.com.br

São Paulo

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Renúncias previdenciárias

Nada mais justo do que, antes de suprimir direitos de uns poucos, tratar todos com justiça fiscal, em especial abolindo a excrescência das renúncias previdenciárias tão somente existentes no Brasil e que, além do agronegócio exportador, tem ainda outros figurantes beneficiários, como times profissionais de futebol. Vale lembrar que o déficit previdenciário do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) é essencialmente constituído pelos beneficiários rurais. Ou seja, trabalhadores do agronegócio que, pela falta da receita correspondente, acabam por penalizar aquelas pessoas que contribuíram durante décadas a fio para a Previdência.

OSWALDO COLOMBO FILHO

colomboconsult@gmail.com

São Paulo

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A CRISE NO FEIJÃO

Campanha

Respondendo a uma campanha na internet, o presidente Michel Temer liberou a importação de feijão para reduzir o preço do produto no País. Acabou conseguindo, com isso, que a hashtag #TemerBaixaOPreçoDoFeijão virasse o assunto mais comentado no Twitter. Não seria o caso de fazermos uma maciça campanha na internet para que Temer mande reduzir o indecente aumento bem acima da inflação dos planos de saúde, já autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e venha a merecer uma nova hashtag campeã: #TemerBaixaOReajusteDosPlanosDeSaúde?

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro 

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Feijão chinês

Num país como o Brasil, com 8.516.000 km², em razão do desgoverno federal e em pleno ano de 2016, teremos de importar feijão da China?

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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HISTÓRIA DA CAROCHINHA 

Era uma vez uma empresa que se chamava Telemar e, ao perceber que poderia se expandir, resolveu ser sócia de outra pequena empresa chamada Gamecorp. Essa empresa de joguinhos era por um acaso de um dos filhos de um famoso presidente da República do "país das bananas". A Telemar então virou a Oi e hoje percebeu um rombo de R$ 65,4 bilhões de dívidas. Sem ter como resolver esse probleminha, os donos resolveram pedir arrego a um recurso chamado recuperação judicial, que passou a ser o maior pedido já computado nos anais da história deste país. Conclusão: acabou a mamata para seus donos e com certeza quem vai sair perdendo serão o BNDS e alguns bancos particulares. Uma historinha lastimável com personagens que achavam que poderiam brincar de ficar bilionários de repente.

Leila E. Leitão

São Paulo 

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'BOI NA LINHA'

A falência da Oi disfarçada no pedido de maior recuperação judicial da história brasileira, com uma dívida total de mais de R$ 65 bilhões (!), é mais uma prova cabal e definitiva do malogrado desgoverno lulopetista, que resultou na mais severa e aguda crise econômica, política, moral e social já enfrentada pelo País. O que era para ser uma "campeã nacional", abençoada por Lula e pelo BNDES, acabou ruindo ao chão, após desastrosa administração eivada de lances obscuros, como o imbróglio do investimento (a fundo perdido) de R$ 10 milhões (!) da antiga Telemar na Gamecorp, de Fábio Luiz Lula da Silva. É necessária rigorosa e aprofundada investigação da Justiça deste caso que faz sangrar os cofres da União com uma monumental e impagável dívida. Deu boi na linha. Vergonha!

J.S. Decol 

decoljs@gmail.com

São Paulo 

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O EXTERMINADOR

Agora foi a Oi, mas já foram: a Petrobrás, a Eletrobrás, o BNDES, a Caixa Econômica, mais a Chaim, a OAS e outras milhares de médias e pequenas empresas. Este é o currículo do sr. Lulla da Silva, megalomaníaco, prepotente, que se acha administrador, aquele que nunca leu um livro. Esse arrogante indivíduo ainda deixou um poste para completar a sua desastrosa passagem, aquela que levou à falência uma lojinha de R$ 1,99. Olha o estrago!

Celso de Carvalho Mello 

celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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TAMBÉM QUERO DINHEIRO

A Eletrobrás quer aporte de R$ 7 bilhões da União. A Oi quer R$ 65 bilhões. As duas grandes criações Lula, falidas, pedem mais dinheiro para jogar no lixo. Caro Michel Temer, endividados estamos todos. Fechamos nossas lojas, fábricas e nossos consultórios. Vendemos o carro, a casa, cortamos as despesas, demitimos a faxineira, passamos a fazer exercícios na pracinha, cortamos a conta do supermercado e damos um jeito de pagar as nossas dívidas. Todos os meses, pagamos o carnê leão à Receita Federal, o INSS, o parcelamento do IRPF, e ai de nós, se atrasarmos o pagamento um só dia. Está muito difícil para todos!  Não nos ocorre pedir dinheiro emprestado, a fundo perdido, ao governo, para resolver nossos problemas. Mas, se for assim, é fácil, nós também queremos pendurar nossas dívidas. Queremos dinheiro a longo prazo e a custo baixo, com bastante carência. Não é justo?

M. Cristina Rocha Azevedo 

crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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INCERTEZAS

A Oi, uma das maiores operadores no mercado de Telefonia, pediu recuperação judicial no valor de R$ 65,4 bilhões. Isso é um pré-calote, já que a empresa deixa de pagar seus credores para tentar se recuperar! Desde 1998 a Oi vem comprando muitas empresas de telecomunicações e, para tal, fez diversos empréstimos, sendo dois públicos, R$ 2,3 bilhões do BNDS e R$ 4,5 bilhões do Banco do Brasil. Interessante que eles querem comprar e tentar dominar o mercado sem pagar os credores, assim fica fácil! Será que este ônus será creditado aos trabalhadores deste país? Reflexão: Oi é interjeição de saudação ou de quando não se ouve bem. E também de incerteza e medo! Oi?!

Alex Tanner 

alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré 

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DEDO PODRE

O dedo podre do PT escolheu mais um "campeão" que agora está quebrado. Somos nós, os contribuintes, que teremos de pagar a conta. Sorte do Lulinha que já tinha recebido seus milhões antes da quebra...

Aldo Bertolucci 

accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo 

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A POLÍTICA ECONÔMICA DO PT

Contas públicas federais com um buraco de R$ 170,6 bilhões, Petrobrás e Eletrobrás quebradas e alvo de ações judiciais no Brasil e no exterior, Sete Brasil ameaçada de falência ou recuperação judicial, Oi em recuperação judicial, fundos de Previdência complementar de estatais com déficits monumentais decorrentes de maus investimentos, que terão de ser cobertos por contribuições extraordinárias dos associados, eis aí num breve apanhado o resultado funesto da política econômica do PT, uma combinação nefasta de rudimentos de macroeconomia de raiz keynesiana com desconhecimento profundo e desprezo. Esta síntese, a que se tem fácil acesso pela mídia impressa e eletrônica, escancara a esbórnia econômico-financeira praticada pelo lulopetismo nestes 13 anos da sua atuação na área econômica.

Paulo Afonso de Sampaio Amaral

drpaulo@uol.com.br

São Paulo      

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AGRONEGÓCIO PAGARÁ IMPOSTO

Acredite se quiser! O agronegócio, único segmento no Brasil que dá lucro e anda sozinho, será, em caso de exportação, taxado. 

Arnaldo de Almeida Dotoli 

arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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LEGISLAÇÃO TRABALHISTA

Tão importante quanto a modernização da legislação trabalhista, é a mudança de conduta dos juízes trabalhistas, que, com raras exceções, atuam baseados na ideologia e na convicção de que todo empresário é desonesto e opressor e todo funcionário é uma vítima, não importando a lei, as provas, os recibos e as quitações. Desisti e fechei uma empresa de serviços com 250 funcionários, que, apesar de cumprir rigorosamente as leis trabalhistas, o ônus injusto que nos era imposto por algumas decisões inviabilizaram a continuidade do negócio. Hoje, três anos depois, ainda somos arrastados a tribunais e sofremos injustiças. Chegamos a pagar "funcionários" que jamais trabalharam em nossa empresa!

Elie Barrak 

elie.barrak@terra.com.br

São Paulo

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA     

Muito se tem falado na urgência da reforma da Previdência, colocando sempre a causa do "rombo" no aumento da longevidade do brasileiro. Não contesto. Mas o que ninguém fala é sobre o trabalhador que contribuiu durante muitos anos sobre 20 salários e hoje, passados 20 anos de sua aposentadoria, mal recebe 4 salários mínimos.  Ninguém fala em cobrar o mau uso do dinheiro arrecadado, com aplicações que não deram certo; tampouco se ouve falar dos roubos que ocorreram durante muito tempo, sem a respectiva devolução. Nem tampouco se comenta sobre o político que se aposenta com tão pouco tempo de contribuição (e com boa aposentadoria, diga-se de passagem). Como sempre, a conta será paga pelo trabalhador ou o futuro trabalhador. E só por ele.

 

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso 

zaffalon@uol.com.b

Bauru 

 

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O PT DESMORALIZOU OS SOCIALISTAS

O caos econômico causado pelo PT demonstrou que o desequilíbrio social não se deve à má distribuição da riqueza, como apregoam os socialistas, mas à má gestão da coisa pública!

Eugênio José Alati 

eugeniojalati@gmail.com

Campinas

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LAVA JATO    

Literalmente a Operação Turbulência tem a haver com a Lava Jato. 

Luíz Frid 

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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FÔLEGO PARA OS ESTADOS

Michel Temer, que prometeu valorizar o diálogo com os entes federativos, atende a uma importante reivindicação dos governadores e, ao mesmo tempo, reforça um elo político que pode incrementar apoio dos governadores aos projetos do Planalto, nas votações do Congresso.  Os Estados, pelo acordo firmado, terão uma carência até dezembro próximo para o pagamento das dívidas com a União. E a partir de janeiro de 2017, um desconto escalonado de 10% sobre os 100% a cada dois meses sobre os valores a serem pagos, o que levará exatos 18 meses! Ou seja, um considerável fôlego para o caixa hoje vazio dos Estados.  O Planalto, ao aceitar esse acordo, não vai aumentar o déficit fiscal já definido para este ano de R$ 170, 5 bilhões. A equipe econômica já tinha precificado esses valores no total do déficit. Com essa decisão, certamente os governadores terão recursos para atender às necessidades básicas da população e talvez até manter regularizados os investimentos de obras em andamento.   E, convenhamos, é melhor ter esses recursos sobre pressão da sociedade nos Estados do que em Brasília...    

Paulo Panossian 

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PRISÃO DE PAULO BERNARDO

A prisão do ex-ministro de Lula e Dilma, Paulo Bernardo, desmonta as inúmeras tentativas vãs de sua esposa, a senadora Gleisi Hoffman, de falar em inocência, ou pior, em perseguição.

Marcos Barbosa 

micabarbosa@gmail.com

São Paulo

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CINISMO

Enquanto seu marido era preso, a senadora Gleisi Hoffmann publicou na sua conta do Facebook a frase "Na luta do bem contra o mal, é sempre o povo que morre", do escritor Eduardo Galeano. De que lado exatamente a senadora e o seu marido pensam estar? Ou melhor, de que lado a senadora e o seu marido pensam que alguém que recebe dinheiro espúrio de propina pode estar?

Luciano Harary 

lharary@hotmail.com

São Paulo 

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GOLPE OU INVASÃO?

Agora a senadora dirá que é golpe ou invasão de domicílio. 

Moises Goldstein 

mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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TCHAU, SENADORA!

Com a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo, será que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) vai continuar com seu narizinho arrebitado, gritando e atrapalhando as sessões da Comissão do Impeachment, defendendo a "presidenta" afastada? Sei não, mas acho melhor ela parar de defender a Dilma e seu marido e começar a pensar na própria defesa, pois a batata está assando. E viva a República de Curitiba! 

Maria Carmen Del Bel 

Tunescarmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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OPERAÇÃO LAVA JATO

A Operação Lava Jato é hoje o símbolo do próprio Brasil que queremos. Quem tenta extingui-la ou modificá-la, diminuindo as competências legais que hoje tem, deve ser considerado um traidor da nação. E, como tal, deve ser tratado. Se necessário, devemos ir às ruas novamente para defendê-la. E, assim, proteger nosso futuro de legalidade e transparência republicanas.

José Etuley Barbosa Gonçalves 

etuley@uol.com.br

Ribeirão Preto

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CORRUPÇÃO EM SÉRIE

O que ocorre agora em tempos de operações Lava Jato e similares é, apesar do espanto que causam na opinião pública, muito salutar. Isso nos dá esperança de que, após a apuração de todas as denúncias agora existentes e de suas respectivas punições legais, entraremos em um novo e inédito processo de moralidade na gestão pública, bem como da iniciativa privada. 

José de Anchieta Nobre de Almeida 

josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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ROUBALHEIRA CONTINUADA

A sucessão delações de roubos cometidos por políticos e funcionários de estatais - parece que é só para isso que se destinam - se assemelha a uma novela de TV: só acaba quando termina o sucesso. Mas a nossa parece não haver chegado nem ao capítulo do meio. Vergonha!

Mário A. Dente 

eticototal@gmail.com

São Paulo

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DELAÇÃO PREMIADA

Para que serve a delação, se os delatados nunca são presos?

 

Paulo Celso Biasioli 

pcbiasioli@yahoo.com.br

Limeira 

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EDUARDO CUNHA 

Com o avanço das investigações da Lava Jato caiu por terra a versão apresentada inicialmente pelo deputado Eduardo Cunha com o intuito de esclarecer a origem dos milhões de dólares depositados em suas contas e de familiares no exterior.   Quando a coisa começou a ficar preta, o parlamentar disse que a fortuna era fruto da venda de produtos alimentares, com destaque para carne enlatada para países do Continente africano.  Nenhum trouxa acreditaria nisso.  Pelo montante de grana, precisaria abater bovinos e suínos do mundo todo por um bom tempo para atender ao nosso caixeiro viajante.    E mais, o povo africano estaria vivendo muito bem só com a reciclagem de latas. A Suprema Corte brasileira deve ter entendido assim, viu que era propina e tornou Eduardo Cunha réu.  Portanto, Hafid reconquista a condição de "o maior vendedor do mundo".     

    

Jeovah Batista 

jeovahbf@yahoo.com.br

Brasília

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GASTO EXTRA

A presidente afastada Dilma Rousseff poderia deixar de ser um estorvo para os cofres públicos, se ficasse detida na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba. Raciocínio semelhante vale para o presidente afastado da Câmara, o deputado Eduardo Cunha. O Brasil está atolado em dívidas e ainda precisa gastar dinheiro em residências luxuosas para dois presidentes da República e de dois presidentes da Câmara dos Deputados. Essa enrolação do Congresso Nacional causa um prejuízo imensurável ao País, que está paralisado, aguardando a decisão dos nobres parlamentares a respeito dos afastamentos definitivos de Dilma e Cunha.  

José Carlos Saraiva da Costa 

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte 

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INDIGNAÇÃO

Gosto do Estadão, do qual por décadas sou assinante. Mas com muita tristeza me deparo que o jornal está sob censura há 2.458 dias. Não é justo!

Jorge Mema Bernaba 

jorgebernaba@gmail.com

Araçatuba 

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SEM EDUCAÇÃO NÃO HÁ SAÍDA

Por volta da década de 90 do século passado, o PIB do Brasil era 3 vezes maior do que o da Coreia do Sul. Hoje, pouco mais de 20 anos depois, 13 deles sob a supremacia do Partido dos Trabalhadores, o PIB brasileiro representa a quarta parte do PIB sul coreano. Durante o tempo que transcorreu, de 1990 a 2016, o investimento do governo brasileiro em Educação e Tecnologia puxou o freio de mão. Isso é que é fechar os olhos para a única saída para o subdesenvolvimento e a estagnação da Nação.

 

Jair Gomes Coelho 

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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SURTO DE CAXUMBA

Sou médico de hospitais particulares e da Prefeitura da capital e estou impressionado com o número de casos de caxumba suspeito ou confirmado nos últimos meses. A mesma impressão de outros colegas com quem tenho conversado. Receio que o número de casos possa ser bem maior do que o divulgado, uma vez que a parotidite infecciosa, ou caxumba, não é doença de notificação compulsória, correndo o risco de ser subnotificada. Como qualquer outra virose, não há tratamento específico, apenas de suporte clínico, sendo assim as mesmas orientações de higiene e transmissão por gotículas de saliva juntamente com a vacinação são as melhores medidas de prevenção. 

Bruno Mendes 

bruno.asmendes87@gmail.com

São Paulo

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