Fórum dos leitores

ADEUS, ANO VELHO

O Estado de S.Paulo

31 Dezembro 2016 | 05h00

Noves fora, recomeço

Somando os algarismos de 2017 obtém-se 10 e o resultado de 1+0=1, segundo astrólogos, cartomantes, pais de santo e outros místicos, significa o ano do recomeço. Realmente, aqui, no Brasil, o juiz Sergio Moro recomeça as oitivas dos envolvidos na Operação Lava Jato, que não tem dia e hora para acabar, pois, a corrupção endêmica recomeça a maquinar novos ataques. O presidente Michel Temer recomeça a adulação ao Congresso e parlamentares recomeçam conchavos para a obtenção de vantagens. O ex-presidente Lula, réu em cinco processos, recomeça a saraivada de mentiras para tentar voltar ao poder. No Supremo Tribunal recomeça a morosidade na análise de processos, os intermináveis pedidos de vista e os cansativos “data venia, excelência”. A economia recomeça, novidade, do zero. Estados endividados recomeçam com os pedidos de ajuda ao governo federal e seus servidores não recomeçam, continuam como terminam 2016, na penúria, sem um tostão no bolso para a sobrevivência. Não sou vidente nem tenho bola de cristal, oxalá erre tudo, mas, infelizmente, vou dar um banho de acertos.

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

GOVERNO TEMER

Eficácia

Diante do preocupante cenário de crise política e econômica que o País enfrenta, o editorial Há trabalho a mostrar e a fazer (30/12, A3) deixa claro para todos que a equipe econômica do governo Temer vem implementando uma agenda com um grau de eficácia que não se viu em governos anteriores – como a aprovação da PEC do Teto dos Gastos, para frear as principais causas de desequilíbrio econômico e social; da MP 735/2016, que altera regras do setor elétrico, facilitando a privatização e a diminuição da burocratização dos leilões; da Lei 13.365/16, sobre o fim da participação obrigatória da Petrobrás na exploração do pré-sal; da Lei de Governança das Estatais, fixando normas de governança corporativa e regras para compras, licitações e contratações de dirigentes em empresas públicas; da MP do ensino médio, com atualizações de currículos escolares e fortalecimento de disciplinas essenciais. Além disso, o governo Temer já lançou a proposta de reforma da Previdência e está dando passos decisivos para a reforma trabalhista – tirando o sono das centrais sindicais –, que, conforme os analistas, será essencial para destravar os investimentos. Para completar o cenário de importantes projetos já aprovados e outros em andamento, ficarei na torcida para que o vínculo entre empreiteiras e governo, cujo projeto já está no Congresso, seja obrigatoriamente mediado por empresas seguradoras. Só para lembrar: esse modelo existe e funciona com sucesso nos EUA (Performance Bond) desde o final do século 19 e acabaria de vez com a picaretagem das empreiteiras, em especial a Odebrecht, e o governo federal, como aconteceu aqui, no Brasil.

EDGARD GOBBI

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

GASTOS PÚBLICOS

Viagens internacionais

Se há uma coisa que os deputados federais adoram é viajar para o exterior. Em 2016, noticia-se, gastaram R$ 6,2 milhões em viagens para vários países. Esquecem esses parlamentares que o Brasil enfrenta um dos piores momentos de sua História, vitimado por sua economia em frangalhos?! O momento atual exige corte de gastos possíveis, mas esse esforço nunca prevalece na Câmara. Mais consciência sobre gastos com viagens ao exterior, srs. deputados!

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

FERNANDO HADDAD

Triste lembrança

É bem verdade que nossa língua tem sido muito maltratada, mas daí a um prefeito – felizmente, expulso do posto pelo voto, como bem lembra o editorial O pífio governo de Haddad (30/12, A3) – que, além de militante ciclista, é professor universitário dizer candidamente que tinham não sei quantas praças abandonadas... é demais! A cidade tem avenidas inteiras ocupadas por moradores de rua, além de praças e canteiros onde não havia barracas e tendas. O Cidade Limpa foi aviltado pela fúria arrecadadora e onde havia paredes e viadutos há agora pichações e rabiscos que poluem visualmente a nossa querida São Paulo. Além de falacioso e incompetente, o eminente advogado desconhece a gramática portuguesa. Já vai tarde! Haveremos de nos recuperar.

MARLY NETTO PERES

marly.lexis@gmail.com

São Paulo

Perseguição

O governo Haddad foi também símbolo da perseguição ao carro e seus proprietários. Montou um verdadeiro arsenal de guerra com o intuito de nos multar de todas as formas. Instalou radares, muitos atrás de pontes, colocou placas de rua confusas e impôs limites absurdos de velocidade. Além disso, fechou avenidas importantes em fins de semana para diversão da minoria, mandando se lascar a maioria – esta que se virasse nos desvios impostos e chegasse atrasada a seu destino. Obviamente, com a ajuda da CET, pronta para multar quem tirasse as duas mãos do volante para coçar a cabeça, em meio aos desvios congestionados. A fim de agradar e sempre dar prioridade a minorias, pôs grafiteiros para enfear avenidas. Enfim, Haddad, vá embora e não volte, para o nosso bem.

JULIO ARTUR GOMES

enfkeilamota@ig.com.br

São Paulo

Pífio mesmo

Falo com a autoridade de quem deixou a Prefeitura de São Paulo em 1976 e teve a oportunidade de trabalhar com o chefe de gabinete do saudoso prefeito Prestes Maia. A gestão Haddad foi a pior da história da Prefeitura de São Paulo. Serão necessárias várias gerações de bons prefeitos para consertar o estrago que ele causou à nossa cidade.

ALVARO AUGUSTO F. DE ARRUDA

alvaro.arruda@uol.com.br

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de boas-festas e próspero ano-novo de Basf, Brasil Salomão e Matthes Advocacia, Camiseta Express, Carlos Eduardo Barros Rodrigues, Carmela Tassi Chaves, Cedro Rosa, Celso Luís Gagliardo, Centro de Tecnologia em Dutos, Chico Damaso – Acontece Comunicação e Notícias, Cipa Fiera Milano, Deles & Delas, Domínio Tecnologia, Domingos de Souza Medeiros e família, Edinho Araújo, Eliseu Gabriel, Emmanuel Publio Dias, Equipe Flexmetal, Facebook, Gil Carvalho Arquitetos, Gilberto Natalini, Grupo Ideal, Gustavo Guimarães da Veiga, Instituto Crispi de Cirurgias Minimamente Invasivas, Izabel Avallone, JBS, João Carlos, Maria Elide, Aline, Alessandra e Julio Carcanholo, João Paulo Garcia e Manuela Garcia Maluf, Jorge Peixoto Frisene, José Caricatti – Fundação Conrado Wessel e Kolorines.

EDIÇÃO 45.000

Quero parabenizar o jirnal “O Estado de S. Paulo” por trazer sempre as notícias com ampla cobertura, pluralidade de detalhes e solidez nas informações que transmite. É com esforço e dedicação que se constrói um jornal sério e respeitado. Eis a história do Estadão. Que venham mais 45.000 edições de muito bom trabalho! Feliz ano-novo a todos.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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CURIOSIDADE

Parabéns! A edição do “Estadão” de 31/12/2016 atinge o número 45.000. Um desafio aos matemáticos é calcular em que ano se repetirá a coincidência na qual a edição terminando em 3 zeros seja a do último dia do ano.

Atenciosamente,

Jorge Spunberg jspunberg@gmail.com

São Paulo

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RESPEITO À IMPRENSA LIVRE!

Hoje completa-se 2.650 dias de censura ao “Estadão” por decisão judicial (vide www.estadao.com.br/censura). Ao findar este politicamente agitado ano de 2016, no qual se destacou a maior participação das forças vivas de nossa sociedade na defesa do Estado de Direito com respeito a Constituição Federal, ouvi com esperança de dias melhores para todos, o discurso de anteontem (29/12) do presidente da República Federativa do Brasil, o doutor Michel Temer, no qual enalteceu o papel da imprensa livre para a democracia. Recentemente também a ministra Cármen Lúcia, ao assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal, em seu discurso defende a imprensa lembrando-nos o que determina a nossa Carta Magna na defesa da liberdade de expressão e opinião. As falas alvissareiras de suas excelências são muito gratificantes para todos os que militam na imprensa e , como cidadão, agradeço a todos, em especial ao empenho dos cidadãos que compõem o grupo de “O Estado de S. Paulo”, pelos incansáveis esforços nesses tempos atuais, combatendo os maus políticos que destroem nossas instituições e desrespeitam nossas melhore tradições democráticas. Que em 2017 os dias de censura ao ESTADÃO terminem, para o bem de toda a imprensa e do Brasil. Vale relembrar a frase de Julio de Mesquita Filho: "Democracia se constrói com a imprensa livre".

Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut h.halbsgut@hotmail.com

Rio Claro

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2016: ANO NÃO DE TUDO RUIM

O ano que finda não foi de tudo ruim. Nos livramos da quadrilha sindical lulopetista que levou o Brasil ao fundo do poço; nos livramos da "presidenta incompetenta"; a Lava Jato está em pleno vapor. Teve mais: depois de 22 anos o Palmeiras volta a ser campeão brasileiro e, depois de 13 anos a querida escola da Mangueira volta a ser campeã. Feliz 2017 a todos.

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha

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2017

A tristeza e as decepções de 2016, que sirvam de exercício para a esperança em 2017.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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SAUDADES DE VINICIUS

Não é possível entender o Judiciário brasileiro. Um juiz, com provas concretas decreta a prisão de um bando de vereadores e um prefeito de uma cidade qualquer - o minúsculo não é erro! Outro Juiz, com as mesmas informações ordena que sejam libertados mediante fiança. Uma linda música de Vinicius de Moraes tinha o seguinte final: Se foi pra desfazer porque é que fez... Um dois dois Magistrados cometeu um erro pago com o dinheiro do povo ou a democracia tem várias faces, várias noções de legal, ilegal, moral e imoral, vale o que está escrito, durante três dias, como na pule do jogo do bicho, esta sim sempre honrada, diferente de qualquer artigo do código penal que já nasceu indeterminado, com tendência a sofrer metamorfose. Brasil, nome de uma ilha fantasma que assombrava os navegantes agora assombra e faz sofrer sua gente.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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ATIVISMO INSTITUCIONAL

Concordo integralmente com José Augusto Guilhon Albuquerque, em seu artigo "Ativismo institucional pode levar à derrocada". Sobretudo porque, destoando do recente coro formado por operadores do Direito, da Economia e da Política, o ativismo não é exclusividade do Poder Judiciário. Cita o filósofo iluminista, Montesquieu, iluminista, autor do "Espírito das Leis", que acreditava que para afastar governos absolutistas e evitar a produção de normas tirânicas, seria fundamental estabelecer autonomia e limites de cada poder. Com isto, cria-se a ideia de que só o poder controla o poder, por isso, o sistema de freios e contrapesos, onde cada poder é autônomo e deve exercer determinada função, porém, este poder deve ser controlado pelos outros poderes, sendo então independentes e harmônicos entre si. E claro, descreve o esfacelamento do mencionado sistema de freios e contrapesos, no atual momento da relação inter e entre os Poderes. Só não consigo acreditar na solução que o autor oferece à crise em que estamos todos atolados: "talvez um pouco de ativismo presidencial, com apoio em sua sólida base parlamentar, ouse vetar liminarmente – até que “prevaleça o bom senso” – qualquer tentativa de impor uma pauta que, caso aprovada, levará fatalmente à derrocada do regime e, com ele, de nossa liberdade". Como exercer "ativismo presidencial" não tendo apoio, ao contrário, tendo um elevado índice de rejeição social? Um presidente que extingue o MinC, depois o ressuscita; que adula os parlamentares com jantares oficiais e oficiosos; que destitui ministros e os repõe ao sabor do pacto de coalizão; que disciplina a Educação através de Medida Provisória e recua em seguida; enfim, um governo multicerebral (importante o vocábulo da Robótica), que de tantas ideologias se sobrepondo e contrapondo, implode à anencefalia. Pode mesmo este chefe do Executivo estancar o pernicioso ativismo institucional?

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

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BUCHADA DE BODE

Confúcio, o grande pensador chinês, definiu bem a personalidade do político: "É como uma pedra de carvão: Apagado suja, em brasa queima". A capacidade de dissimulação do político tem incontáveis nuances não importando a posição ocupada, eleito ou nomeado, Dissimulam principalmente antes de enredar seus eleitores nas costumeiras promessas jamais cumpridas, mas que encontram nos eleitores ouvidos famélicos para novas arremetidas. Temer esteve recentemente em visita ao Nordeste, tentando "limpar a sua barra". Por circunstâncias óbvias o seu ibope não é nada recomendável. Na falta de alguma coisa substancial prometeu aos nordestinos algo como o Santo Graal, na Idade Média: "a água". O grande obstáculo de Temer reside na sua na sua débil capacidade carismática, o que não ocorre com a primeira dama Marcela.. Seu partido, o PMDB está sem compondo o poder "pelas beiradas" e ter por direito ocupado o posto de Dilma Rousseff. Fala-se no Nordeste que Temer para conseguir conquistar o povo nordestino teria que saborear uma autêntica "buchada de bode", num desafio ao seu paladar requintado dos grandes "chefs" internacionais. A conquista do nordestino está ligada à transposição do Rio São Francisco que já foi "inaugurada" um sem número de vezes pela trupe petista.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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USO DE CARTÕES

O Temer até que ia bem, com algumas ressalvas, mas essa nos pagamentos com cartões ele pisou na bola. Nós, classe média (cada vez mais próximos da baixa) já estávamos acostumados a usar os cartões que integravam ao nosso dia a dia. Tenho certeza que acréscimos serão embutidos nos preços e, para variar, nós consumidores assumiremos os custos.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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TRILHÕES EM IMPOSTOS

Segundo o painel desenvolvido pela Associação Comercial de São Paulo os brasileiros pagaram até o dia 30 de dezembro quase R$ 2 trilhões em tributos. É muito dinheiro e, registra-se, daria para melhorar consideravelmente os serviços públicos essenciais. Está mais do que claro que não precisamos de mais impostos para aumentar a arrecadação. O que falta ao Brasil é qualidade na gestão dos recursos públicos. Aumentar impostos em plena recessão econômica comprometerá a retomada do crescimento e inibirá a geração de empregos e, consequentemente, do consumo. Precisamos, sim, de melhor gestão e qualidade na aplicação do dinheiro público.

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

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O FANTASMA DO DESEMPREGO

Com 12,100 milhões de desempregados, o país vive dias de dúvidas e incertezas, e as famílias vítimas do desemprego no seu seio estão tentando, diuturnamente, espantar esse fantasma horripilante, que mete medo e dúvidas na convivência nos lares brasileiros. Com juros baixos e empréstimos mais generosos, as empresas alavancarão para objetivos maiores, possibilitando mais admissões, desde que estas serão feitas sob as novas condições do contrato de trabalho, com muitas especificações estabelecidas entre as partes e sem a interferência da Justiça do Trabalho. Os brasileiros querem trabalhar e manter suas famílias, sem mentiras ou engodos ideológicos. Chega de ilusões lulopetistas !

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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VETO À IRRESPONSABILIDADE

Uma vez mais, o Estadão, com uma sentença concisa, mostra-nos o descalabro em que estamos metidos. "A natureza tem poupado o Brasil. Mas incompetência e irresponsabilidade têm sido mais eficientes que tornados e tsunamis para criar miséria e desespero em salas de espera e corredores de hospitais". Até o presente o País tem conseguido, a duras penas, aguentar a incompetência e a irresponsabilidade de nossos homens públicos. O problema está em saber-se até quando a Nação aguenta os desfalques a que está submetida. Parece que chegamos ao limite e até Deus já se naturalizou cidadão de terras menos irresponsáveis.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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SERÁ VERDADE?

Se for para valer a ideia do prefeito eleito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr., de abrir um "banco de talentos" na internet para recrutar os melhores para os cargos de secretários municipais e de dirigentes de autarquias e fundações, desde que tenham ficha limpa, ele não estará apenas lançando moda, mas tornando realidade o sonho de todos os brasileiros que anseiam por um Brasil melhor e mais justo, ideia que deveria ser copiada por todos os demais eleitos.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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ENTREVISTA DO HADDAD

Sr. Haddad, lendo sua entrevista tive a certeza de que vive em um mundo criado em sua mente, um mundo de mentiras e faz de conta. A realidade é que se a mídia não fosse sua amiga o senhor estaria na cadeia, pois nada realizou em seu mandato que ajudasse a população de São Paulo. Vou dar apenas alguns exemplos, a saúde está caótica, na zona leste hospitais fecham no final de semana por falta de médico, o atendimento em um PS leva mais de 5 horas, os postos de saude e amas, não tem medicamentos essenciais, as escolas estao abandonadas e traficantes fazem a festa nelas, as ruas estão completamente esburacadas, lixo por todo canto, esgoto escorre por ruas e calçadas, é quase impossivel andar sem cair em um buraco, o transporte publico esta lento, sujo, caro, estaçoes e terminais de onibus cheio de ambulantes vendendo alimentos estragados e sem fiscalização, nao tivemos atuação da vigilancia sanitaria ou da parques e jardins, as calçadas tomadas por estrangeiros vendendo produtos ilegais e fechando o comercio e pedestres arriscando a vida no meio das ruas e por fim o comercio ilegal no meio das pistas das marginais colocando todos em risco! Então acorde e volte a realidade, pois sua "desadministração" foi horrivel e so destruiu a cidade de são Paulo!

Luiz claudio Zabatiero zabasim@outlook.com

São Paulo

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Li a entrevista com o prefeito Fernando Haddad e achei sensacional a honestidade dele quando confessa que não é gestor e sim professor (não fale para os seus alunos como cuidar de uma urbe). Qualquer cidade precisa ter sob o seu comando alguém com a competência de um Gestor. É o que esperamos do prefeito eleito João Dória.

Jorge Peixoto Frisene jpfrisene@zipmail.com.br

São Paulo

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CICLOVIAS

Ouço a notícia da inauguração de mais uma ciclovia, a da rua Marques de São Vicente, com a qual o quase ex-Prefeito Haddad, completa a “portentosa” marca de 400 km de ciclovias implantadas nesta infeliz metrópole. Destaca o repórter da Jovem Pan que, em 30 minutos, foi usada por de 6 ciclistas. Por outro lado, inúmeras vezes fiquei “estacionado” no congestionado trânsito de São Paulo, atrasando a chegada aos meus compromissos, alguns cancelados, assim como recebo telefonemas de meus pacientes, encalacrados no trânsito, informando que não comparecerão à consulta por questões de tráfego. Enquanto jovens praticam seu esporte favorito, pedalando em uma cidade montanhosa, esse “ilustre” cidadão, outro poste do Lula, desdenha a maioria da população paulistana prejudicando quem trabalha e, por consequência, gera recursos atualmente em grande escassez. Quatro longos anos de costas para o cidadão que trabalha. Será que é muito difícil fazer funcionar e coordenar os semáforos? Será impossível estabelecer algumas vias de trânsito menos lento, proibindo estacionamento?

Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs9@gmail.com

São Paulo

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SÃO PAULO ABANDONADA

Ao optar pelas obras na periferia e outras de caráter demagógico, a gestão do prefeito Haddad abandonou o centro expandido e a classe média que paga os impostos que sustentam a administração pública.

Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

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‘GUERRA VIRTUAL E UM ESTADISTA NO CONFLITO’

Os Estados Unidos da América têm um Estadista (em maiúscula mesmo), Barack Obama, no comando representativo do maior e mais democrático País no concerto das Nações. Sua decisão corajosa, em expulsar diplomatas e outros assessores russos do solo americano, em atendimento às investigações feitas e comprovadas pelas agências de inteligência americanas – algo como a CIA – da invasão cibernética dos computadores russos de inteligência, no sistema eleitoral americano. Com a comprovação dos crimes virtuais, fica para o próximo presidente, Donald Trump, resolver o imbróglio que ele mesmo ocasionou, paparicando e mimando o "kagebista" Putin, pondo um traço de incertezas e manipulação consensual no eleitorado americano. Fica válida aquela parábola que diz: não dê pérolas aos porcos. Foi justamente esse erro que o futuro presidente americano cometeu."Deus salve a América".

Aloisio De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

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AUMENTANDO O GRAU DE DIFICULDADE

Kerry na maior parte de seu discurso se dedicou a explicar que maravilhoso seria se o conflito entre israelenses e palestinos fosse resolvido. Que a solução de dois estados para dois povos seria o caminho ideal para isto e que a mesma só pode ser atingida através de negociações entre as partes que levem em conta as necessidades de ambos os lados. Algo que todos concordam e que já concordavam antes da lamentável resolução do Conselho de Segurança insuflada e viabilizada pelo presidente Obama que tornará este objetivo muito mais difícil de ser alcançado. Por que? Ora, primeiro por que nega qualquer direito de Israel à área do Templo Sagrado do Povo de Israel e do Muro das Lamentações, ao Quadrilátero Judaico em Jerusalém, às sinagogas antiquíssimas de Jerusalém Oriental, às casas dos 200 mil judeus de Jerusalém Oriental, aos túmulos dos patriarcas e matriarcas do Povo de Israel e a diversos locais judaicos nos 3 mil anos de história deste povo na terra que lhe foi prometida pelo Criador, segundo a Bíblia. Assim, a possibilidade de acertos finais nas negociações com eventuais trocas de áreas para acomodar os pontos mais delicados foi descartada pois, esta malfadada resolução declarou todas estas áreas judaicas como se palestinas fossem. Os palestinos não tem por que ceder e os judeus simplesmente não vão aceitar isto. Segundo, a própria necessidade de negociações foi descartada por que a Autoridade Palestina percebeu que pode conseguir via ONU muito mais do que via negociações. A listinha do que quer já foi encaminhada à ONU na sequencia. Terceiro: a própria necessidade de zelar para que um futuro Estado Palestino não se torne uma base de ataque contra o Estado Judeu também foi para o lixo. Afinal, quem já foi capaz de descartar com tanta facilidade os direitos do Povo de Israel, pode fazer o mesmo com a sua necessidade de Segurança. Quarto: O passo que Israel teria de tomar para fazer um acordo de paz é de altíssimo risco pois a área da Cisjordânia é muito próxima de suas principais cidades. Sua vida está em jogo e, para tomar um passo destes, Israel precisa contar com o apoio inequívoco da comunidade internacional e de seus principais aliados. Esta resolução provou que Israel não pode contar com ninguém. Conclusão: A perspectiva de acordo provavelmente ficará postergado para a próxima geração. Em suma: a ONU que tem servido para todo tipo de interesses escusos de poderosos e ditadores, que tem ignorado tantas mortes e violações de direitos humanos em tantas partes do planeta cometeu mais este erro para atender aos caprichos de Obama e de Kerry. Big deal! Mas consequencias deste ato inconsequente, infelizmente, se farão sentir por um bom tempo. Para ambos os lados, que terão muito mais dificuldade para solucionar as suas diferenças.

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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