Fórum dos Leitores

 PETROLÃO

O Estado de S. Paulo

19 Novembro 2014 | 06h05

Pró-Lama

É impressionante! De um lado, a presidente Dilma Rousseff, que ocupou a presidência do Conselho de Administração da Petrobrás ao tempo em que o petrolão rolava solto, faz que não é com ela e diz que o escândalo “mudará o País para sempre”. De outro, Graça Foster, atual presidente da estatal, vê em toda a podridão que ora se apura o “amadurecimento de uma companhia”. Será que para o Brasil “mudar” (para melhor, supostamente) e nossa principal empresa “amadurecer” haveria necessidade de descermos a essa profundidade? Em tempo: só pelos US$ 100 milhões (algo em torno de R$ 252 milhões) que o sr. Pedro Barusco, ex-gerente executivo da Diretoria de Serviços da Petrobrás, aceitou devolver, em acordo de delação premiada feito com o Ministério Público, dá para ter uma vaga ideia da profundidade do Pró-Lama, de longe o programa com maior visibilidade do desgoverno do PT.

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

Muita cara de pau

A presidente Dilma nunca soube de nada e chegou a tachar de tentativa de “golpe” as acusações que se avolumavam. Agora tem o desplante de tentar apropriar para o seu governo o mérito de “pela primeira vez ter um escândalo investigado” e “mudar o Brasil para sempre”. É muita cara de pau!

FERNANDO B. NOGUEIRA

fernando.nogueira@fetech.com.br

São Paulo

Dilma no G-20

Só mesmo sendo canguru para acreditar no discurso de Dilma na Austrália sobre o escândalo do petrolão.

FLÁVIO AGUIAR

flavio.daguiar@gmail.com

Resende (RJ)

Mudar para sempre

Eu acredito nas palavras da presidente, quando diz que a investigação sobre a Petrobrás deverá mudar o País “para sempre”, desde que a investigação aponte os chefes das quadrilhas, que todo brasileiro honesto sabe quais são. Basta a polícia dar o seu veredicto final, sem temer as ameaças do ministro da Justiça, e a oposição descer do muro e dar total apoio às investigações. Só assim haverá de fato mudança do Brasil “para sempre”. Se esta investigação realmente indicar os chefes das quadrilhas, outras virão automaticamente e os ratos que infestam o País não terão para onde fugir.

EDSON BAPTISTA DE SOUZA

baptistaedson@ig.com.br

São Paulo

Doa a quem doer

Acho engraçado a presidente Dilma afirmar que seu governo vai investigar – e punir – todos os envolvidos nas fraudes da Petrobrás. Afinal, não se está promovendo propriamente uma investigação. Eles foram apanhados cometendo delitos que há anos vêm ocorrendo: arrecadação de dinheiro para perpetuação do PT no poder e, é claro, enriquecimento de seus membros! Ora...

ELEINE MARIA BONAZZI

leninhabonazzi@gmail.com

Piracicaba

Inversão maligna

Declara Dilma que as empresas que praticaram atos de corrupção pagarão por isso. Há nessa declaração uma maligna inversão de valores, bem do interesse da presidente, pois o agente ativo da corrupção é o governo, que exige propinas das empresas. E estas são obrigadas a pagá-las para não serem eliminadas das concorrências. Portanto, o agente corruptor que deve ser punido é o governo.

OTTFRIED KELBERT

okelbert@outlook.com

Capão Bonito

Petrobrás x empreiteiras

Deixa ver se eu entendi. Quer dizer que os empresários, “ditos” corruptores, são os culpados de todas as falcatruas dentro da Petrobrás e vão para a cadeia. E os corruptos do PT são inocentes, puros anjinhos, como os do mensalão, que já estão soltos?! Será que ninguém sabe como funciona o esquema? Se existem corruptores é porque os corruptos das empresas públicas assim o exigem, como determinados fiscais de impostos ou guardas de trânsito. E quando o cidadão cede aos achaques de qualquer natureza, a responsabilidade é bilateral. Mas acho que as definições estão truncadas. Corruptores são os chefões da Petrobrás, pois havia necessidade e um destino certo para a arrecadação, e os corruptos são os empresários que cederam aos achaques. Tudo na teoria é muito lógico, mas na prática a coisa muda de figura e de sentido. É como dizia o senador Petrônio Portela: “Fatos são fatos e eu não agrido fatos”.

JOÃO ROBERTO GULLINO

jrobertogullino@gmail.com

Petrópolis (RJ)

Xerife global

Se as pressões da Justiça e das autoridades regulatórias do mercado de capitais nos EUA sobre a administração desastrosa da Petrobrás nos últimos 12 anos surtirem efeito, sugiro que as eventuais sanções sejam estendidas ao governo petista, diretamente responsável pela estatal.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Temer diz não temer nada

Desculpem o trocadilho, mas, obviamente, é piada em dobro!

OSCAR THOMPSON

oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

Saída à francesa

Patética a entrevista coletiva da diretoria da Petrobrás. Fosse numa empresa privada, a alta administração já estaria no olho da rua com tamanho escândalo. E ainda com um baita processo nas costas. E a dona Dilma diz que vai acabar com a impunidade... Com certeza a deles, não. (PS: “sair à francesa”, sair sem ser notado, sair de fininho.)

ARI GIORGI

arigiorgi@hotmail.com

São Paulo

Se (a presidência da Petrobrás) não sabia da corrupção, é incompetente; se sabia, é conivente.

JORGE WISZNIEWIECKI

jatw@terra.com.br

São Paulo

Operação Juízo Final

Obrigado, juiz Sérgio Moro, o senhor está continuando o trabalho de onde o ministro Joaquim Barbosa parou. O Brasil precisa ser passado a limpo.

OLAVO FORTES C. RODRIGUES

olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

Cuide-se, Moro

O juiz federal Sérgio Moro que tome cuidado. O outro Moro, o Aldo, foi eliminado pelos cumpanheiros das Brigadas Vermelhas. Os cumpanheiros daqui não são diferentes (vide Celso Daniel).

CARLOS RENATO NAPOLEONE

crnapoleone_50@itelefonica.com.br

Agudos

CORRUPÇÃO NA PETROBRÁS

Dona Graça Foster, presidente da Petrobrás, declarou que sabia dos pagamentos de propina na estatal. Se não tomou providências, ela é conivente e, portanto, deve ser demitida por justa causa.

Milton Bulach mbulach@gmail.com 

Campinas

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PERDEU A GRAÇA

Já perdeu a graça a permanência da sra. Graça Foster na presidência da Petrobrás. Munida de uma estarrecedora cara de pau, ela propõe criar uma diretoria para cuidar da corrupção na empresa. Só falta ela convidar para ocupar o cargo o ex-deputado Severino Cavalcanti, aquele que sempre sonhou com uma diretoria "dessas que furam poços de petróleo". Graça Foster, preocupada em resolver o problema da corrupção na Petrobrás, é como o zagueiro da seleção brasileira preocupado em não levar o oitavo gol da Alemanha: não resolve nada. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br   

São Paulo

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MAIS UMA DIRETORIA

Parece graça, mas não é. É sério e foi divulgado em teleconferência a analistas do mercado pela presidente da Petrobrás que a empresa vai criar uma diretoria de governança corporativa e compliance, que terá a atribuição de verificar a conformidade da atuação da empresa às regras impostas por lei. Como se isso já não devesse obrigatoriamente existir dentro da Petrobrás, mesmo que com outro nome e dentro de alguma diretoria atual, mas que não funcionava como pode ser verificado com a Operação Lava Jato. O que está faltando por lá é honestidade e desaparelhamento da empresa, hoje nas mãos do PT e de aliados. Chega de indicações políticas.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 

Rio de Janeiro  

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COMO SE TUDO ESTIVESSE BEM

Com todas estas informações sobre a Operação Lava Jato, podemos concluir que em países sérios a ex-presidente do conselho, a sra. Dilma, e diretora presidente da Petrobrás, sra. Graça Foster, sofreriam uma ação criminal e estariam inclusive sujeitas à cadeia, no entanto me parece que elas simplesmente não se sentem incompetentes. Este país não é sério mesmo.

Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br 

São Paulo

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CONTROLE INTERNO

Caso seja procedente o fato de o marido de Graça Foster ter relações comerciais com a Petrobrás, sugiro que a citada solicite demissão do cargo, dando assim maior transparência ao processo de controle interno dessa instituição. Penso que, em caso de sua permanência, ficará o dito pelo não dito em razão das ligações de seu marido com a estatal. Tal situação, caso verídica, infere que ela sabia de toda essa trama envolvendo a Petrobrás.

Orivaldo Tenorio de Vasconcelos professortenorio@uol.com.br 

Monte Alto

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PARA LEMBRAR

“Graça transfere bens aos filhos e faz TCU adiar julgamento sobre caso Pasadena” (notícia veiculada em 20/8/2014, no jornal “O Globo”). E aí, no que deu?

 

José Sergio Trabbold  jsergiotrabbold@hotmail.com 

São Paulo

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‘FOSTERING’ O PETROLÃO

Com o perdão do trocadilho, já que “foster”, em inglês, quer dizer “promover o crescimento” ou “incentivar”, as medidas anunciadas pela presidente da Petrobrás, sra. Graça Foster, na segunda-feira, causam espanto. Se ela não está jogando para a plateia, ela demonstra que não tem o comando da companhia e, certamente, “promoveu o crescimento”, digo, assistiu sem qualquer constrangimento ao assalto à Petrobrás. A sra. Foster deveria ser sumariamente demitida e, minimamente, processada por gestão temerária. 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com 

Santana de Parnaíba

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INFANTILIDADE

O suprassumo da infantilidade de Graça Foster, presidente da PTbrás, declarar que teremos uma nova diretoria de governança, ou seja, uma diretoria que vai verificar se os atos da presidência e do conselho de administração da PTbrás estão corretos. Haja mais empregos e tudo continua igual... 

 

Hans Dieter Grandberg h.d.grandberg@terra.com.br 

Guarujá

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QUANTA CRIATIVIDADE!

Exibindo tanta criatividade, temos agora a sugestão de criar uma comissão anticorrupção na Petrobrás. Detalhe: os integrantes serão, em sua base, formados por indicações do PT e do PMDB...

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales 

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POR QUE NÃO?

Diante de tanta denúncia contra a empresa, fica uma pergunta: por que não afastar, até que tudo se esclareça, a cúpula e a presidente da Petrobrás?

 

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

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QUE PAÍS É ESTE?

A empresa SBM comunicou à Petrobrás que pagou propina a seus funcionários, porém a auditoria interna da empresa não encontrou nada. A SBM, a partir de agora, está proibida de participar de novas licitações da Petrobrás, mas os contratos antigos serão mantidos e reajustados em 100% por aditivos devido a aumento de custos. Como diz a música, que país é este?

Ely Weinstein elyw@terra.com.br 

São Paulo

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EM BUSCA DE UM NOVO PRESIDENTE

Somente no Brasil a “presidenta” daquela que já foi a maior empresa do País pode dizer que abriu uma sindicância/auditoria interna e não detectou nada de anormal, dando por encerrado tal procedimento, e, agora, dois meses depois, vem a público dizer que realmente sabia dos malfeitos/propina de funcionários, e fica tudo por isso mesmo. Já que ela não tem coragem de pedir demissão, que tal a outra “presidenta” demiti-la? Acho que a demissão somente vai ocorrer depois de os petistas acharem alguém para o cargo que compactue com o “modus operandi” atual. Falando em auditoria, como fica a PricewaterhouseCoopers (auditora oficial) da Petrobrás, que nunca desconfiou de nada?

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br 

São Bernardo do Campo

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POBRE PETROBRÁS

Medidas tomadas pela Petrobrás, uma vez escancarado este mar de lama, são surpreendentes, inclusive por ainda levarem novos custos à já tão combalida economia da empresa. Contratar dois escritórios de advocacia para “apurar” denúncias de corrupção, como se a Polícia Federal já não o estivesse fazendo. A criação de mais uma diretoria, da governança, seja lá o que isso possa representar, em termos até de autonomia, numa empresa infelizmente “loteada” entre os “cumpanheros e aliados”. E, finalmente, a não demissão de sua presidente e de toda a diretoria, que, se não é conivente, é no mínimo incompetente, por tudo de ruim que inflingiram à empresa, antes que seja tarde demais.  

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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GRAÇA FOSTER

Gente do céu, não é possível a gente aqui, da Terra, ter de aguentar tanta asneira dita por uma mulher que é a presidente de uma das maiores empresas do mundo. Primeiro ela diz que vai criar uma diretoria de governança. Ou ela é incompetente ou é conivente, como bem disse nosso presidente FHC. Pode ser as duas coisas também. Se ela fosse competente, diria que iria contratar uma empresa de desratização, e não criar uma diretoria de governança. Depois ela diz que a volta de um diretor (da Transpetro) afastado por imposição da empresa de auditoria externa depende dele! É o cúmulo do absurdo. Ela é a presidente da empresa ou um fantoche? Será que os familiares, marido, filhos, não poderiam ajudá-la a não passar por papel tão ridículo? O povo brasileiro agradeceria imensamente.

Clézio Donizete Goulart clezio_goulart@yahoo.com.br 

São Paulo 

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LAVA JATO E AS DOAÇÕES DE CAMPANHA

Uma vez deflagrada a Operação Lava Jato e os nomes dos caciques vêm se tornando públicos, os petistas têm um argumento no mínimo suspeito: acusam as empreiteiras de terem doado dinheiro a campanha de Aécio Neves. Até onde eu sei, não é proibido às empreiteiras, assim como aos bancos, etc. fazerem doações. Por causa dessa roubalheira é que o sistema de doações deveria ser mudado. Hoje, os doadores fazem suas apostas e destinam recursos para os candidatos com maior chance de vencer. O PT foi o partido que mais recebeu doações, e agora quer jogar a lama da Petrobrás sobre a oposição? O que se discute nesta operação não são as doações, e, sim, o roubo da estatal pelos partidos e seus indicados. Está claro que o montante desviado deixará cada corrupto com a vida tranquila, o que será devolvido não repõe o que foi roubado dos cofres públicos nem o prejuízo daqueles que aplicaram nas ações da companhia. O Brasil espera muita ação e punição aos fraudadores. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 

São Paulo

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PARA ENTENDER

Dona Dilma, não entendi bem o que foi dito: “Doa a quem doer” ou doe a quem doar?

Gustavo A. S. Murgel gustavomurgel@hotmail.com 

Campinas

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DILMA E AS CONSTRUTORAS

Apesar de algumas das maiores empreiteiras do País estarem sendo investigadas pela Lava Jato, Dilma Rousseff declarou que “eu não acho que dá para demonizar as empreiteiras deste país”. O governo e sua base política tratam de afastar os holofotes do menage-a-trois entre empreiteiras, outras obras do governo, principalmente no setor elétrico, e partidos políticos, com medo de o iceberg ficar totalmente à flor d’água. Convém lembrar que o Petrolão ganhou as dimensões atuais depois de um pronunciamento da própria presidente Dilma ao declarar que "tomou decisões baseadas em pareceres parciais" no caso da compra da Refinaria de Pasadena. Vem mais estrume aí.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com 

São Paulo 

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CARTA BRANCA

Com a prisão temporária de diretores das empreiteiras que estiveram ou estão envolvidos no sistema de corrupção da Petrobrás, a pergunta a ser respondida, ainda, é: após a comprovação dos envolvidos, como ficará a situação dessas empreiteiras? Ainda participação de licitações públicas? Ainda pertencerão aos quadros de associados de suas entidades de classes, sindicatos patronais, ou estes irão aceitar em seus quadros empresas corruptoras e desleais em suas atividades empresariais? E o que dizer dos diretores, muito provavelmente, que posam de homens de bens e pertencem também a clubes, associações, lojas, entidades de classe profissional, ainda serão mantidos em seus quadros de participantes? Se isso ocorrer, com empresas e pessoas, é que todos são coniventes com o que aconteceu e será dada carta branca para continuarem em suas atividades criminosas.

Italo Baldi py2tpi@yahoo.com.br 

São Paulo

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CONSELHEIROS

Os membros de Conselho de Administração de empresas públicas e privadas são muito bem remunerados para zelar pelos resultados econômicos, financeiros, éticos e sociais das respectivas empresas. A base de sustentação do regime democrático: "Todos cidadãos e cidadãs são iguais perante a lei". Meritíssimo senhor juiz Sergio Moro, os presidentes de Conselho de Administração das empresas privadas já foram convocados para depor. Quando serão convocados os presidentes e as presidentas do Conselho de Administração da Petrobrás, do período envolvido na Operação Lava Jato?

Alfredo Mário Savelli a.m.savelli@uol.com.br

São Paulo

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CUIDEM-SE OS QUADRILHEIROS

A fuga de responsabilidade pelos líderes e  beneficiários da quadrilha é fantástica. Numa entrevista recente, o presidente do “Partido dos Trambiqueiros” fala com a maior desfaçatez que, se houve participação de alguma pessoa ligada/filiada ao partido, foi ato de pessoa e não pode ser atribuído ao PT; e mais, que tais pessoas serão julgadas e punidas de acordo com os estatutos do seu partido. Ora, ele quer dizer que os valores carreados ao partido são só responsabilidade pessoal dos fraudadores/corruptos; o partido, que recebeu e usou valores apropriados irregularmente, nada tem que ver com o ato criminoso praticado e desconhece a origem dos valores recebidos? Essa alegação pode valer para os intelectuais que estão mamando nas tetas deste desgoverno e para os analfabetos que acreditam em qualquer pronunciamento da direção do partido, destinando-lhe os votos em troca das migalhas que restam do roubo e são distribuídas sob pretexto de aliviar sua fome. Resta ainda dizer que o povo esclarecido não é ingênuo e não está disposto a tolerar ser espoliado eternamente sem nenhuma reação; portanto, quadrilheiros, cuidem-se, pois a água está transbordando do copo e a paciência de quem não aceita ser esbulhado eternamente está chegando ao fim da tolerância. Louvem-se as atitudes do dr. Joaquim Barbosa, que iniciou a campanha de moralização, e do dr. Sergio Moro, que atualmente comanda a investigação que está colocando na berlinda toda essa gente que se escondia debaixo de cobertores enlameados e sujos de falta de moral.

 

Adib Hanna adib.hanna@bol.com.br 

São Paulo

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DESCOBERTO O ESQUEMA...

...o sr. Alberto Youssef deve ter sido a pessoa mais reclusa do País: ninguém o conhece nem alguém jamais falou com ele.

Cristiano Walter Simon cws@amcham.com.br 

Carapicuíba

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OBVIEDADES

 

Há um hábito secular nas relações entre humanos no Brasil que prediz: depois da porta arrombada é que se coloca a fechadura. Pois é, agora o vice-presidente da República, Michel Temer, afirma que irá sugerir à presidente Dilma a mudança completa na diretoria da Petrobrás até o fim do ano. Depois de anos de malfeitos inconcebíveis, quando a corrupção bilionária na estatal correu solta, sem a mínima fiscalização, vem o nosso vice-presidente falar o óbvio. Por que será que políticos brasileiros, em sua maioria, sempre nos julgam idiotas?

  

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br 

São Paulo

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INDIGNAÇÃO PÚBLICA

Este é o problema:  “O Brasil não se abala por causa de um escândalo”, acredita a presidente. É o que precisa mudar. Em outros países, por muito menos, o PT e a presidente já teriam sido apeados do governo pela indignação pública.

  

Harald Hellmuth hhellmuth7@gmail.com

São Paulo

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RESPONSABILIZADOS

Presidente Dilma, a sra. afirmou que o caso Petrobrás mudará o Brasil, porém isso somente ocorrerá se S. Excia., juntamente com o seu criador, estiverem no banco dos réus, pois essa história de "eu não sabia" é conversa para iludir ignorantes e alienados.

Roberto L. Pinto e Silva robertolpsilva@hotmail.com 

São Paulo

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A OMISSÃO DE DILMA

Reportagem do “Estadão” de 17/11 (página A4) diz que a presidente Dilma tem razão ao dizer que o escândalo da Petrobrás vai mudar a maneira de fazer política no Brasil, mas quer assumir os louros da investigação da Polícia Federal e do Ministério Público, como se não tivesse nada com o assunto, embora nos últimos anos, enquanto este esquema funcionava a todo vapor, ela fosse a principal responsável pelo setor de energia do País: foi ministra de Minas e Energia e tinha como atribuição nomear o presidente da Petrobrás, foi chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobrás e é presidente da República há quatro anos. Não há como ela e o ex-presidente Lula tentarem se omitir de culpa, por ação ou omissão, no mínimo porque o Tribunal de Contas da União (TCU) advertiu sobre os desvios na Petrobrás desde 2008. Ademais, em janeiro de 2010, quando Lula ocupava a Presidência da República e Dilma era ministra chefe da Casa Civil, Lula vetou os dispositivos da lei orçamentária aprovada pelo Congresso que bloqueavam o pagamento de despesas de contratos da Petrobrás consideradas superfaturadas pelo TCU. Portanto, é impossível que Dilma Rousseff não soubesse, pois o veto foi encaminhado ao Congresso pela Mensagem n.º 41, de 26/1/2010, da Casa Civil. 

José da Silva jsilvame@hotmail.com 

Osasco

  

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PUNIÇÃO?

Quem ouve dona Dilma falar tem a nítida impressão de que essa criatura não tem nada que ver com a lambança praticada contra a Petrobrás e que ela é intransigente com a corrupção desenfreada. Segundo ela, todos serão punidos. Serão, mesmo com os togados do STF devedores de favores de quem os nomeou?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 

São Caetano do Sul 

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O DISCURSO DA PRESIDENTE

Após todas as mentiras da campanha eleitoral, para que continuar com as mentiras?

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br 

São Paulo

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O QUE HAVERÁ NO FIM?

Acho que devemos mudar o nome da Operação Lava Jato para Operação Lava Esgoto e, pelo andar da carruagem, de tanta caca que vai ter ainda, quem sabe no fim do mandato de dona Dilma estaremos chegando ao fim e nada de jato, e, sim, de teco-teco? Devemos esperar as cacas do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, pois que, claro, administrados pelos petralhas, já já estoura alguma coisa por lá.

Carlos R. Gomes Fernandes  crgfernandes@uol.com.br 

Ourinhos 

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LEMBRANDO PAULO FRANCIS

Jim Chanos, famoso financista americano, recentemente declarou que a Petrobrás não é uma empresa, e sim um grande "esquema"; Paulo Francis afirmou isso e foi processado no século passado por Joel Rennó & amigos. O valor de US$ 100 milhões à época impressionou, mas hoje vemos que qualquer gerente médio rouba isso, ou seja, o desmonte e o saque do Brasil pelos petralhas é de dezenas de bilhões de dólares... Como ficará?

Ricardo C. T. Martins rctmartins@gmail.com 

São Paulo

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RATOBRÁS

O juiz Sergio Moro, escondido no Estado do Paraná, sem precisar fazer alardes e caríssimas propagandas como fazem os políticos, deu a todos os brasileiros um grande exemplo de seriedade, responsabilidade, patriotismo e, acima de tudo, coragem para enfrentar a grande equipe de destruidores do patrimônio público nacional atualmente sob o controle e responsabilidade do governo petista. O juiz Moro decidiu também acabar com o sigilo das investigações sobre a Lava Jato, especialmente os depoimentos do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto e o doleiro Alberto Youssef, tão logo sejam cumpridos todos os mandados de prisões decretados por ele. Assim sendo, tocou horror em Brasília, no governo petista e em muitos políticos que estão complicados com o estrago feito da "Ratobrás", ex-Petrobrás, que serviu sorrateiramente de suporte financeiro para muitos políticos que agora estão apavorados com o desvendamento deste grande e honrado juiz.

Maria do Carmo Leite Alves m.carmo1946@bol.com.br 

São Paulo

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PIADA DE SALÃO

Infelizmente, Delúbio Soares tinha razão. O mensalão virou piada de salão perto do barracão do Petrolão...

Benedito Chiacchio beneditochiacchio@yahoo.com.br

São Paulo

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INVESTIGAÇÃO ENGAVETÁVEL

 

Pode-se concluir das recentes declarações da presidente Dilma Rousseff sobre a prisão de executivos em decorrência da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que tais investigações são  bastante graves e estão na categoria das não engavetáveis. E, pela gravidade, não podem mesmo ser engavetadas. Donde se conclui que ela classifica os atos de corrupção em engavetáveis ou não, dependendo da gravidade e demais circunstâncias dos malfeitos. Sem dúvida que a presidente terá de demonstrar à Nação que realmente está disposta a punir e dar uma nova cara a este governo, em que a corrupção triunfou e serviu de mau exemplo aos jovens, revoltando-os e colocando-os até em estado constante de protesto.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 

Rio Claro

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LAVA JATO EM RISCO

As empresas privadas envolvidas no Petrolão deverão também fazer acordos, aumentando os R$ 500 milhões previstos de serem recuperados. Entretanto, aparentemente, nada sairá do bolso dos políticos envolvidos, visto que, conforme noticiado, o ministro Teori Zavascki está segurando o processo, o que é um sinal do que o Supremo Tribunal Federal (STF) – ou SPTF? – poderá fazer para amenizar a punição dos políticos, como fez no mensalão, depois da saída do ministro Joaquim Barbosa. Será que teremos uma PTeoria? Oremos...

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com 

São Paulo

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ADVOGADO DO PARTIDO

O ministro Dias Toffoli, ao afirmar que a questão de corrupção na Petrobrás trata-se de “financiamento de campanha”,  em que pese o “notável” saber jurídico,  está agindo como advogado do PT, não como ministro do STF. Ministro, peça sua aposentadoria e volte advogar para o partido.

Reinaldo Francisco Julio advrfj@terra.com.br

São Paulo

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LULA E DILMA

Em face da revelação infindável de escândalos e malfeitos no seio do governo petista, desde o mensalão, o País aguarda saber para quando será agendado com a Justiça o compromisso de delação premiada de Lula e Dilma? 

J. S. Decol decoljs@globo.com 

São Paulo

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CHANCE

Cara presidente Dilma, aproveite a oportunidade. Neste momento, ainda existem boas chances para sua delação premiada.

  

Ulysses Fernandes Nunes Jr. Ulyssesfn@terra.com.br 

São Paulo

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NADA COMO UM DIA APÓS O OUTRO 

Em 1992, “Lulla & Cia” orquestraram nas ruas o impeachment de Collor, que muitos anos após virou seu amiguinho de infância. Em 2014, após a devassa em que a independente Polícia Federal está mostrando ao País o tamanho do roubo que PT & Cia. fizeram na maior empresa do País, aguardamos com a maior brevidade que “Lulla”, que até agora foi blindado, seja levado a Curitiba e deponha para o corajoso e competente juiz Sergio Moro, que deve chegar às provas de que “elle” e seu poste, que está para tombar, são os mandantes deste rombo bilhardário. Apesar de tantos anos, nada como um dia após o outro.

Agnes Eckermann agneseck@gmail.com 

Porto Feliz

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IMPEACHMENT

Muitos brasileiros e, especialmente, as ruas clamam pelo impeachment, em razão do envolvimento de dona Dilma Rousseff com os malfeitos na Petrobrás, desde sua confissão de inépcia no processo da compra da Refinaria de Pasadena. Mas estamos no país da piada pronta, onde Dilma, em outubro, ao lado de Fernando Collor e dos Calheiros, prometeu combater a corrupção. É mole ou quer mais? Pior é que nada aconteceu nem acontecerá, porque este é um processo apoiado pelo comunismo internacional em marcha desde a guerra fria, cujos métodos são a mentira e a desfaçatez, aliados aos trambiques de qualquer natureza para alcançarem e se manterem no poder. Falhamos na última chance que tivemos, quando do mensalão, porque, além da falta de uma mobilização popular, na qual o PT era hegemônico no passado, FHC intercedeu em favor da metamorfose ambulante, Lula. Lembram-se do ato de arrependimento de Tarso Genro, que prenunciava sua saída do partido e o consequente desmanche do PT? E nada aconteceu. Agora, como diria Milton Leite (locutor esportivo), segue o jogo – ou o enterro deste país, eu diria.

 

Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br 

São Paulo

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DE COLLOR AO PETROLÃO

Os luminares do governo falam que impeachment seria um terceiro turno. Um tipo de golpe. Claro que não. Faz parte do jogo democrático. Está previsto no artigo 85 da Constituição e na Lei 1.079/50. Foram os instrumentos que depuseram Collor em 1992 – movimento que foi apoiado pelo PT. É o instrumento adequado para punir crimes de responsabilidade. A oposição perdeu uma excelente oportunidade quando Lula foi presidente, na época que estourou o mensalão. E não eram só indícios, como no período Collor. Eram réus na Ação Penal e em escala infinitamente superior. O petrolão, então, nem se fala. Suas raízes vêm desde o governo Lula, quando Dilma era membro do Conselho de Administração da Petrobrás, e avança no seu governo com força total e comprovações irrefutáveis. Só falta alguém dar a partida. Não precisa nem ter coragem. É só cumprir a lei.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com 

Rio de Janeiro

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RENÚNCIA

Considerando o péssimo estado dos serviços públicos – educação, saúde, segurança, infraestrutura, etc. – exibidos diariamente no País, apesar dos altos impostos que pagamos; e apesar da corrupção nos poderes públicos, políticos e em empresas estatais dirigidas por postes e laranjas do PT, PMDB e PP, se a presidenta fosse honesta e tivesse ética, senso crítica e competência, veria que sua atuação e dos aliados está afundando o País, e renunciaria. Isso é o que faria qualquer presidente de empresa privada – ou seria afastado pela diretoria. E para que o vice, que também não é confiável, não fosse empossado, seria necessária uma urgente reforma política e nova eleição nas novas regras. E não sou tucano.   

Mário A. Dente dente28@gmail.com 

São Paulo

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NOVO MINISTÉRIO

Se Dilma pedir uma "folha corrida" de seus possíveis ministeriáveis, talvez tenha de procurar nomes na oposição.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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MARTA SUPLICY

Marta Suplicy, ao reassumir sua cadeira no Senado, diz que “críticas a Dilma é passado”. Será? Diz a lenda que as elefantas, orcas, nunca esquecem e sempre voltam ao ponto de partida. Digamos, neste caso, que a “discórdia” entre a quatrocentona subalterna e a gerentona ainda terá novos capítulos... 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo

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‘REPÚBLICA INCOMPLETA’

A par do lúcido conteúdo, de análise política do primeiro e de análise social/filosófica do segundo, os artigos de José Nêumanne (“Pra que discutir com madame?”) e de José de Souza Martins (“As cruzes do gabarito”), publicados no caderno “Aliás” de 16/11, foram como uma chuva restauradora na terra que anda tão árida da palavra bem escrita. O primeiro José imprimiu um estilo erudito num assunto que nem mereceria tal honra e o segundo José imprimiu tocante poesia à análise de um assunto em que ela, a poesia, não seria esperada. Ambos preencheram lindamente parte da lacuna deixada por João Ubaldo Ribeiro nas edições de domingo do “Estadão”.

 

Lenke Peres

Cotia

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JUSTIÇA BRASILEIRA

 

Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, menos de um terço da população brasileira confia no Poder Judiciário. Exemplo clamoroso, que fortalece a famigerada estatística, foi a sentença da Justiça condenando a agente de trânsito Luciana Tamburini por ter dito a um magistrado que ele é juiz, mas não Deus. Referida autoridade judiciária dirigia carro sem placas e sem a CNH quando foi abordado pela fiscal Tamburini durante blitz da Lei Seca no Rio de Janeiro. 

 

Marcelo de Lima Araújo marcelodelimaaraujo@yahoo.com.br 

Mogi das Cruzes

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MAIS UMA DECEPÇÃO

A cada dia que passa nos decepcionamos cada vez mais com a Justiça brasileira parcial, e tivemos mais um exemplo com o juiz João Carlos de Souza Correa, que ganhou um processo contra o Infoglobo, empresa do jornal “O Globo” e o repórter Ronaldo Braga. O magistrado é o mesmo envolvido na ação movida pela agente de trânsito Luciana Tamburini, condenada a pagar indenização de R$ 5 mil por ter dito em blitz da Lei Seca em 2011, na qual o juiz foi parado, que “ele era juiz, e não Deus”.   

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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CARTEIRADAS

E a terra de Pindorama ainda não conseguiu livrar-se da síndrome do"sabe com quem está falando?". Em 2011, o juiz João Carlos de Souza Correa conduzia, no Rio, sem carteira de habilitação, um veículo que não possuía placa nem documentos e teve o carro rebocado, após o que se identificou, originando um comentário irônico, não descortês, da agente de trânsito a respeito dos atributos divinos do magistrado, que então lhe deu voz de prisão. O caso rendeu recentemente à funcionária uma condenação por "danos morais" ao juiz, mediante pagamento de quantia em dinheiro, com confirmação da pena após recurso, numa exibição de arrogância corporativa que gerou reações perplexas da população. Há pouco tempo, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, demonstrando inoportuna politização, incompatível com o cargo de Estado que ocupa e atropelando a livre expressão do cidadão, determinou abertura de sindicância para apurar a manifestação de delegados da Polícia Federal que, em site fechado, criticaram aspectos do governo e elogiaram o candidato à Presidência da oposição. Seria oportuno relembrar também o episódio envolvendo funcionários de uma instituição bancária que alertaram os clientes sobre as mazelas da política econômica que vinha até então sendo praticada e que tiveram suas demissões pressionadas pelo Planalto, temendo que o fato pudesse prejudicar a campanha eleitoral que estava em curso à época. São só alguns exemplos explícitos que provam que as carteiradas em vários níveis continuam vigorosas e agressivas, praticadas por representantes públicos que não estão preparados para exercer suas funções com autoridade sem autoritarismo, como é recomendado em democracias que primam pela preservação das instituições, antes dos posicionamentos pessoais e ideológicos.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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AS PRISÕES DO MARANHÃO

Flávio Dino, eleito governador pelo Maranhão, sabatinado no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, de segunda-feira (17/11), quando perquirido sobre o sistema prisional naquele Estado, respondeu objetivamente: assim que assumir o governo, irá adotar o método Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) em todo o Maranhão. Analisem os paulistas a importância do método Apac, que nasceu em São José dos Campos, em 18/11/1972 e se espalhou por todo o Brasil, menos em São Paulo.

Paulo Maia Costa Júnior paulomaiacjr@hotmail.com 

São José dos Campos

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O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) concluiu que seria bom para o planeta se a população do Brasil fosse composta por pessoas de igual ou mais de 60 anos. O envelhecimento da população interfere no consumo de água pelo menor consumo dos idosos, cuja dieta requer menos água e menos terra a ser utilizada. A dieta menos intensiva em proteína animal faria uma economia de 14 mil quilômetros quadrados de terra e de 3,5 trilhões de litros de água, que atenderia a 45 milhões de pessoas por um ano. Segundo retrato da Pesquisa de Orçamento Familiares (POF), do IBGE, os mais jovens têm uma alimentação na base de carne e leite. Para produzir 1 kg de carne bovina são necessários 19 mil litros de água. Um dos desafios dessa implosão demográfica é o problema de subnutrição dos idosos, que não afeta o Brasil por enquanto. Com exceção de alguns países europeus e asiáticos, o nosso cuidado com o envelhecimento da população é lento, os projetos não saem do papel. Daqui a 15 anos, quais serão nosso planos, quando a força de trabalho e a produção de riquezas estarão menores? No Brasil, esse problema está mexendo com o governo, não com os problemas em si, mas com os recursos da Previdência Social, que já estão com um rotundo déficit. Medidas draconianas estão a caminho. Quem envelhecer verá.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ)

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APOSENTADORIAS

Vi nos noticiosos que a Universidade de São Paulo (USP) tem aposentado recebendo mais de R$ 60 mil por mês. Eu me aposentei pelo INSS depois de 35 anos de contribuições, a maior parte dela pelo teto, e não recebo nem R$ 4 mil por mês. Será que é justo/correto? Como dizia o macaco: não precisa explicar. Eu só queria entender.

 

Airton Soares tonsoar@ig.com.br 

Jandira 

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ADIB JATENE E FHC

Quando ministro, o dr. Adib Jatene saiu em busca de verba adicional para melhorar a saúde do brasileiro e, graças à sua honradez, conseguiu criar o IPMF, imposto que, somado aos R$ 19 bilhões vindos do Tesouro, proporcionaria enorme salto na qualidade da saúde. No primeiro mês, tão logo recebeu os R$ 7 bilhões do IPMF, o sr. FHC baixou para R$ 12 bilhões a remessa para o Ministério da Saúde. O dr. ficou com o mico, nós, sem a saúde, e o sr. FHC, com o discurso em homenagem à grandeza de um homem que esse hipócrita nem sequer pode imaginar. 

  

Nivonei Romagna nivonei@ig.com.br 

São Paulo

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