Fundação Oswaldo Cruz quer ampliar trabalho

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), referência da pesquisa voltada para a saúde no Brasil, quer se transformar também em modelo internacional para países em desenvolvimento. A instituição tem quase 70 acordos com organismos estatais e empresas de todos os continentes. Neste ano, sete convênios foram assinados. A atenção maior está voltada para a África, por ser a região do planeta mais carente na área de saúde, mas a Fiocruz também intensifica a cooperação com países da América do Sul, além das relações que já mantém com instituições da Europa e dos Estados Unidos.O processo de internacionalização permite ao Brasil ampliar a liderança entre os países em desenvolvimento e tornar-se referência no Hemisfério Sul na produção de fármacos e de conhecimento sobre saúde pública. Para dar conta do desafio, a fundação criou assessorias de cooperação internacional em todas as suas unidades e traçou um plano de ação no exterior que supera a mera ajuda humanitária.

Agencia Estado

05 de novembro de 2007 | 07h24

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