Garçom, mais um

Tempo curto, celular, lei seca, fim do cigarro - e os drinques foram perdendo espaço nos restaurantes. A estratégia de algumas casas para trazer de volta esses ícones românticos é abrigar no mesmo endereço os próprios bares

José Orenstein, O Estado de S.Paulo

31 Outubro 2013 | 03h28

Primeiro veio a lei antifumo; depois, a lei seca. Teve também a ascensão dos vinhos e toda a cultura enófila que lhes acompanha, com sommeliers, taças, adegas climatizadas. E os coquetéis foram perdendo espaço nas mesas de São Paulo.

"Nos anos 1980, o barman era o cara mais conhecido do restaurante, mas isso se perdeu", lembra Cid Simão, um dos sócios do restaurante TRE, que inaugurou há duas semanas o bar Isola, marcando um curioso movimento na cidade: restaurantes que abrigam, no mesmo endereço, bares - com boa oferta de drinques e espíritos.

Abrem hoje o eStônia, no subsolo do restaurante Ramona, no centro, e o Admiral's Place, em cima do restaurante Sal, na Consolação. Somam-se ao Isola e ao Tatu, aberto no subsolo do Jacarandá no primeiro semestre.

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