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Gianecchini inicia quimioterapia contra linfoma

Mais de uma semana depois do diagnóstico de linfoma, o ator Reynaldo Gianecchini enfim deu início ao tratamento quimioterápico ontem, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Sírio-Libanês.  

Fernanda Bassette e Karina Toledo, O Estado de S.Paulo

23 de agosto de 2011 | 00h00

 

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A quimioterapia deveria ter começado na quinta-feira, mas foi adiada por causa de problemas durante a cirurgia para implantação de um cateter venoso central - tubo plástico usado para aplicar o medicamento.

Na cirurgia, realizada pelo médico Raul Cutait, segundo a assessoria do hospital, houve uma perfuração da veia subclávia - o que provocou um sangramento que teve de ser estancado. Por isso, a quimioterapia foi adiada.

Apesar dos rumores de que Cutait teria sido afastado da equipe que cuida do ator depois do incidente, a assessoria de imprensa do Sírio-Libanês nega. Segundo a assessoria, Cutait é o médico responsável pela cirurgia de hérnia a que o ator se submeteu em junho e, desde então, o acompanha e faz visitas frequentes.

 

Segundo a oncologista Ana Cornacchioni, da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), complicações como essa podem ocorrer, mas não são comuns. "Pacientes com linfoma costumam ter alteração no sistema de coagulação do sangue, o que favorece o sangramento", explica Guilherme Pitta, presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular.

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