Gols dão alívio a Washington

São-paulino estava pressionado pela concorrência

Giuliander Carpes, O Estadao de S.Paulo

09 de março de 2010 | 00h00

Washington reconhece: sente-se pressionado pela concorrência no ataque do São Paulo. O centroavante não marcava havia três jogos, era um dos candidatos a sair do time com a ascensão de Fernandinho, mas conseguiu se redimir contra a Ponte Preta, domingo - marcou os dois gols da vitória por 2 a 0 em Campinas. Ganha fôlego para segurar a vaga entre os titulares contra o Nacional, em Assunção, na quinta-feira. "Assistir ao substituto fazer quatro gols aumenta a responsabilidade", conta o atacante, fazendo alusão a Fernandinho, 24 anos, que entrou no segundo tempo do jogo com o Monte Azul e construiu a goleada por 5 a 1.

Contra a Ponte, a revelação do Brasileiro do ano passado não pôde atuar por causa de dores musculares na coxa direita. Deixou o caminho livre para o experiente Washington, que fará 35 anos no dia 1º de abril. "Precisava desses gols. Tenho treinado forte, ficado até mais tarde no clube", comemora o jogador, que costuma ser contestado pelos são-paulinos. "Vida de centroavante é assim mesmo: se faz gol, é herói, se não faz, é vilão. Mas era o meu dia e consegui ajudar o São Paulo. E, quando os gols saem, a vida do atacante fica mais tranquila."

VIPS VIAJAM COM ATLETAS

A partir do jogo de quinta-feira, pelo menos 10 torcedores terão a opção de acompanhar a delegação nos voos e hotéis. O preço varia conforme o local. E não será acessível para muitos. A viagem para Assunção custa R$ 3 mil. Os pacotes podem ser comprados na Passaporte FC.

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