André Dusek/Estadão
André Dusek/Estadão

Governo confirma que Dyogo presidirá BNDES e Colnago assume Ministério do Planejamento

Decisão foi sacramentada em reunião que acontece neste domingo no Palácio do Jaburu

Carla Araújo, Eduardo Rodrigues e Lorenna Rodrigues, O Estado de S. Paulo

01 Abril 2018 | 18h28

O Palácio do Planalto confirmou neste domingo, 1º, que o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, assumirá a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BDNES). Para substituir Dyogo como ministro do Planejamento, foi escolhido Esteves Colnago, atual secretário-executivo da Pasta. As informações foram divulgadas por meio de nota à imprensa.

A decisão foi sacramentada em reunião que acontece, neste momento, no Palácio do Jaburu, entre o presidente Michel Temer, Dyogo Oliveira, Esteves Colnago e os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, da Secretaria Geral, Moreira Franco, além do líder do governo no Senado, senador Romero Jucá (PMDB-RR).

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O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tentava emplacar o secretário de Acompanhamento Fiscal da Fazenda, Mansueto Almeida, para o cargo. Mas, segundo apurou o Broadcast, Oliveira defendeu a permanência de Conalgo sob o argumento de que a escolha dele dará sentido de continuidade aos trabalhos, já que Conalgo conhece bem o funcionamento da pasta e é funcionário público há mais de 20 anos.

Currículo. Economista com mestrado em Ciências Públicas, Esteves Pedro Colnago Junior atua junto à área econômica do governo desde 1996, quando iniciou carreira de analista no Tesouro Nacional. É analista do Banco Central desde 1998 e assumiu coordenações de áreas no Ministério da Fazenda de 2004 a 2015.

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Colnago acompanhou a ascensão de Dyogo Oliveira na administração pública e foi seu secretário-executivo adjunto tanto na Fazenda como no Planejamento. Desde abril do ano passado foi efetivado como o secretário-executivo de Oliveira, substituindo-o em períodos de férias ou viagens ao exterior.

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Além do cargo no ministério, Colnago é presidente do Conselho de Administração do BNDES - para onde Oliveira está indo ser o presidente - e membro do Conselho de Administração da Eletrobras.

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