Governo de SP amplia ensino de mandarim

O convênio do governo da China com a Secretaria de Estado da Educação para promover o ensino de mandarim nas escolas da rede estadual será ampliado para as cidades de Franca e Araraquara. O projeto, em fase de testes desde abril, tem 160 estudantes matriculados em São Paulo e São José dos Campos.

LUIS CARRASCO, O Estado de S.Paulo

20 de julho de 2012 | 03h07

De acordo com a secretaria, os Centros de Estudos de Línguas, do governo estadual, deverão oferecer o ensino de mandarim a partir do próximo ano.

A diretora do gabinete chinês responsável pelo ensino de mandarim aos estrangeiros, Xu Lin, que está no Brasil, informou que o governo chinês está investindo cerca de R$ 250 milhões no Instituto Confúcio para promover o mandarim e a cultura chinesa em 108 países.

No Brasil, existem quatro unidades do instituto, que funcionam em parceria com universidades. Cada unidade recebe cerca de R$ 400 mil por ano para manter os cursos, oferecidos a preços simbólicos. "Por enquanto, temos de subsidiar os programas de ensino do mandarim, mas, daqui a 30 anos, as pessoas talvez tenham de pagar para aprender chinês, assim como fazem com os cursos de inglês."

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