Governo vai adotar ação na Região Norte

BRASÍLIA

Lígia Formenti, O Estado de S.Paulo

07 Junho 2011 | 00h00

A estratégia de combater a malária com mosquiteiro e um inseticida especial será repetida pelo Ministério da Saúde. No próximo mês, a pasta deverá lançar uma campanha para a redução dos casos da doença em áreas críticas do Norte, que prevê a distribuição das telas.

Além da distribuição de mosquiteiros, serão construídos laboratórios para a rápida identificação de casos de malária na região. "Quanto antes a doença é diagnosticada e medidas de contenção são adotadas, menores os riscos de transmissão para pessoas próximas", disse o diretor Antonio Luiz Abreu Jorge, da Energia Sustentável do Brasil.

Serão construídos cinco laboratórios, que servirão como ponto de apoio. O funcionamento dos pontos ficará por conta de funcionários da saúde.

De acordo com a empresa, o mosquiteiro foi escolhido por duas razões: além de fácil uso e manutenção pela população, ele não tem impacto ambiental. O mosquiteiro, impregnado com inseticida de longa duração, requer apenas alguns cuidados para a lavagem. "Ele evita que as pessoas sejam picadas justamente no período de maior risco, que é no início da noite", afirma o diretor.

A empresa manterá o trabalho até 2014. Nos acampamentos da construção, as estratégias são diferentes. Como há telas nos alojamentos, o maior esforço na luta contra o mosquito ocorre na parte externa. Para isso, é usado o fumacê.

Casos da doença

3.371

casos de malária foram registrados em março de 2005 em Porto Velho, Rondônia

1.598

foi o número em março de 2010

892

foi o número de casos em março de 2011, já com a nova estratégia

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