Greve de médicos prejudica pacientes em Ribeirão Preto

Mais de 600 pacientes deixaram de ser atendidos nesta quarta-feira por causa da paralisação dos médicos em Ribeirão Preto (SP). Metade dos atendimentos foi prejudicada nos serviços da Santa Casa, que afirmou ter avisado sobre a remarcação das consultas. Mas foi possível observar muitos pacientes voltando para casa ao descobrir, no local, que não seriam atendidos.

RENE MOREIRA, ESPECIAL PARA A AE, Agência Estado

03 de julho de 2013 | 18h50

Foram interrompidos os procedimentos considerados não urgentes, como consultas, exames e até alguns tipos de cirurgias. Situação parecida enfrentou a Beneficência Portuguesa, onde se somados os atendimentos ambulatoriais e seletivos, foram prejudicados mais de 300 pacientes. Foram mantidos os atendimentos de urgência e emergência, além das internações.

No fim da tarde, médicos realizaram protestos em Ribeirão Preto e cidades da região. Eles seguem a reivindicação nacional da categoria, que é contra a contratação de profissionais de outros países para atuar no Brasil sem que antes cumpram uma série de requisitos. Em Ribeirão, a concentração aconteceu na esplanada do Theatro Pedro II.

Uberlândia

No Triângulo Mineiro, também aconteceram protestos e houve prejuízos ao atendimento dos pacientes. Em Uberlândia (MG), algumas Unidades de Atendimento Integrado (UAIs) funcionaram de forma parcial durante o dia, parando em alguns momentos. Na cidade, os médicos também saíram às ruas em protesto.

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