Gripe: SP quer dar flexibilidade para escola repor aula

O Conselho Estadual da Educação prepara uma resolução para orientar as escolas, principalmente as particulares, na organização do calendário por causa da Influenza A (H1N1), a chamada gripe suína. De acordo com as diretrizes, que deverão ser divulgadas no dia 12 de agosto, cada instituição em São Paulo poderá fazer a reposição das aulas perdidas como achar melhor, ou seja, duas semanas sem aula agora não necessariamente significarão duas semanas a mais de aula no fim do ano.

AE, Agencia Estado

31 Julho 2009 | 10h05

?A ideia de perder um dia e ter de repor esse dia é um conceito bancário. Do ponto de vista pedagógico, as escolas têm alternativas para se reorganizarem?, afirma Arthur Fonseca Filho, presidente do conselho. ?A lei prevê 200 dias letivos no ano, mas em casos de emergência como esse pode haver outras soluções?, explica.

De acordo com o professor, aulas pela internet, aplicação de provas fora do período das aulas e atividades nos finais de semana são exemplos de soluções possíveis para as entidades. ?O Bandeirantes, por exemplo, está colocando atividades pedagógicas em seu portal na internet para o estudante acessar e continuar seus estudos?, exemplifica. ?O importante é a equipe pedagógica da escola usar esses dias para repensar seus cronogramas.?

Em São Paulo, a Secretaria Estadual da Saúde recomendou o adiamento da volta às aulas para o dia 17 - medida que foi seguida pelas redes estaduais e municipais da capital paulista e de várias cidades do interior. Entre as particulares, após uma relutância inicial, cresce a adesão à indicação, apoiada pelo sindicato. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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