Grupos de consumo responsável

São formados por pessoas que se reúnem para negociar diretamente com pequenos produtores. Em linhas gerais, em vez de comprar uma cesta organizada por alguém, você e seus associados organizam a sua própria cesta. As compras são coletivas. Para o produtor é ótimo: ele sabe que vai vender aquele volume todo mês. Para o comprador, é garantia de saber exatamente a procedência do alimento.

O Estado de S.Paulo

19 de junho de 2014 | 02h08

Normalmente, paga-se uma taxa de adesão. Depois, por e-mail, o associado recebe a lista dos produtos disponíveis na semana e escolhe quanto quer de cada um dos itens.

Na semana seguinte, os produtores levam os alimentos escolhidos para um lugar combinado com o grupo e separam ali os pedidos. O associado precisa ir até este local retirar a compra. "É uma forma de tornar a compra algo não passivo e uma oportunidade de o associado conhecer o produtor", diz Juliana Rodrigues Gonçalves, assessora de projetos do Instituto Kairós, que mapeia grupos.

Segundo levantamento da instituição feito em agosto de 2013, há cerca de 20 grupos pelo Brasil. Dois deles atuam em São Paulo: o ComerAtivaMente e o MICC - Associação de Integração Campo Cidade.

Vantagens: saber exatamente a origem do alimento. A compra sem intermediários é garantia de produtos frescos e mais baratos.

Desvantagem: exige envolvimento do consumidor.

Onde: é possível entrar em um grupo já existente ou criar um. No site do Kairós (institutokairos.net) há mapa e uma cartilha com instruções.

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