Gucci troca dois gerentes acusados de abuso de poder na China

A Gucci substituiu dois gerentes de lojas na China, e afirmou estar em contato com as autoridades locais, após ex-funcionários denunciarem em carta aberta que sofriam abusos de poder.

REUTERS

14 de outubro de 2011 | 09h44

Ex-funcionários de uma loja em Shenzhen escreveram que faziam horas extras sem receber pagamento, pediam permissão para ir ao banheiro ou beber água e pagavam por itens que haviam sido roubados.

A Gucci contratou consultores para analisar a situação, inclusive no quesito "recrutamento e retenção de talentos".

A imprensa chinesa noticiou que as autoridades de Shenzhen começaram a investigar a empresa depois da carta.

"A Gucci não tolera e nunca tolerará más práticas", afirmou a companhia, cujos representantes se reuniram com autoridades locais.

(Por Terril Yue Jone)

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