Hipotermia salva

"Foi uma sequela considerada pequena perto do risco que uma parada cardíaca oferece", afirma o cardiologista Antonio Cláudio Baruzzi, coordenador da UTI do Hospital do M''Boi Mirim, na zona sul de São Paulo, onde Cláudia foi tratada. A dona de casa não lembrava que tinha acabado de ter tido sua primeira filha quando saiu do hospital, uma semana após o parto. Hoje, ela já amamenta a criança, segundo o manobrista Gilvan de Oliveira Batista, de 22 anos, marido de Cláudia.

, O Estado de S.Paulo

26 de junho de 2010 | 00h00

"Se ela está viva hoje é graças aos médicos da UTI do hospital, que trataram ela direitinho. Ela poderia ter morrido lá", diz o marido.

Batista lembra que sua mulher sempre teve uma vida normal e não se queixava. "Ela sempre foi muito saudável", afirma. Segundo o manobrista, o bebê também precisou ser reanimado. No início do mês, Maria Eduarda completou três meses. Os exames feitos pela criança não mostraram nenhum problema de saúde. Cláudia está, aos poucos, recuperando suas atividades rotineiras. "Ela esquece algumas coisas do passado. Já sofreu demais, mas estou sempre do lado dela", afirma o manobrista.

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