Hospital em Campinas volta a fazer ressonância

A Vigilância em Saúde de Campinas (SP) autorizou o Hospital Vera Cruz a reabrir o setor de ressonância magnética, que funciona dentro da unidade, após o serviço ficar fechado por quase dois meses, depois que três pacientes morrerem no local, logo após o exame. A reabertura acontece antes do fim das investigações da Polícia Civil e da Secretaria da Saúde sobre a causa das mortes.

RICARDO BRANDT, CORRESPONDENTE / CAMPINAS, O Estado de S.Paulo

26 de março de 2013 | 02h06

A empresa Ressonância Magnética Campinas, que funciona dentro do hospital, voltará a usar três máquinas que estavam inoperantes desde 28 de fevereiro, quando as vítimas morreram, após exames de ressonância magnética no crânio, com uso de contraste (composto usado para melhorar a qualidade das imagens).

Apesar da autorização, o Hospital Vera Cruz não poderá usar contraste - as bombas que fazem a injeção da substância continuam interditadas. Segundo a secretaria, os pacientes não correm riscos ao se submeterem ao exame.

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