IBGE: País poupa quatro vidas a cada mil adultos

O País conseguiu poupar mais quatro vidas a cada mil brasileiros adultos na passagem de 2012 para 2013, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Houve declínio dos níveis de mortalidade na faixa etária de 15 a 59 anos, segundo os dados das Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013.

DANIELA AMORIM, Estadão Conteúdo

01 de dezembro de 2014 | 11h25

Em 2012, a cada mil pessoas que atingiriam os 15 anos, cerca de 848 completariam os 60 anos. Em 2013, de mil pessoas com 15 anos, 852 atingiriam os 60 anos, isto é, quatro pessoas a mais em cada mil.

Já a expectativa de vida aos 60 anos passou para 21,8 anos em 2013. Ou seja, um brasileiro com 60 anos de idade viveria, em média, até os 81,8 anos, sendo 79,9 anos a média para os homens e 83,5 anos para mulheres.

Os homens têm maior mortalidade em relação às mulheres desde o nascimento. A probabilidade de um recém-nascido do sexo masculino não completar o primeiro ano de vida foi de 16,3 para cada mil nascidos vivos. Para o sexo feminino, esta proporção foi de 13,7 por mil, uma diferença de 2,6 óbitos. Como consequência, a mortalidade infantil para os meninos é 1,2 vez maior do que para as meninas.

Entre 1 e 2 anos de idade, este valor passa para 1,3 vez, mantendo-se neste nível até os 9 anos, informou o IBGE. A partir desta idade, a proporção cresce até atingir o valor máximo entre os 22 e 23 anos de idade: um homem de 22 anos tem 4,6 vezes mais chances de não atingir os 23 anos de idade do que uma mulher. A partir dessa faixa etária, o risco de morte começa a diminuir em relação ao das mulheres.

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