Ideli pede que Câmara defina fonte de recursos para PNE

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, defendeu que a Câmara dos Deputados discuta profundamente as fontes de financiamento das metas previstas no Plano Nacional de Educação (PNE).

RAFAEL MORAES MOURA, Agência Estado

22 de agosto de 2012 | 10h49

O texto aprovado por uma comissão especial da Casa prevê que o investimento público em educação atinja 10% do Produto Interno Bruto (PIB) nos próximos dez anos, o que contrariou o Planalto.

Na avaliação da ministra, a Câmara terá de garantir de onde virão os recursos "para assegurar que esse porcentual a ser definido tenha viabilidade de execução". Ideli discutiu o tema com líderes da base aliada do governo.

O plano define 10 diretrizes e 20 metas, entre elas a destinação dos recursos do Fundo Social do pré-sal para o ensino. A 20ª meta, que trata do financiamento de educação, estabelecia originalmente que se chegasse a um patamar de 7% do PIB - atualmente, o setor recebe 5%. Antes de seguir para o Senado, o PNE deverá ser apreciado no plenário da Câmara.

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