Imagem de condomínio não ajuda a identificar bando

Gravadas em baixa resolução, cenas das câmeras de segurança não identificaram os ladrões

Josmar Jozino, do Jornal da Tarde,

13 Janeiro 2009 | 09h52

A baixa definição das imagens das câmeras de segurança prejudicou o trabalho da Polícia Civil nas investigações dos arrastões de um prédio de alto padrão nos Jardins, zona sul, e de um condomínio de luxo na zona norte. Os assaltos aconteceram na noite de sábado e início da madrugada de domingo. Nos dois casos, as gravações não ajudaram a identificar os ladrões.   O Edifício Tulipa, na Alameda Lorena, foi invadido por 10 homens às 22h40 de sábado. Pelo menos nove apartamentos foram assaltados. O delegado titular do 78º DP (Jardins), José Roberto Pedroso, disse que as imagens passam rapidamente e, por isso, não foi possível, até agora, identificar os autores do roubo.   Além de policiais do 78º DP, equipes da 2ª Delegacia de Patrimônio do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) também apuram o caso. O delegado titular Edison Santi deve ouvir nesta terça-feira, 13, o porteiro do edifício. Outras vítimas serão chamadas para fazer reconhecimento fotográfico e ajudar, com informações, a polícia a elaborar o retrato falado dos assaltantes.   Já o arrastão na zona norte teve início, segundo moradores, no final da noite de sábado e se estendeu até as 2h30 da madrugada de domingo. Pelo menos oito casas foram invadidas por 30 ladrões armados de metralhadoras, pistolas e fuzis. O bando chegou ao condomínio Itatinga I, na Rua Mileto, bairro Pedra Branca, em 10 veículos, um deles um Astra preto.   O Setor de Investigações Gerais (SIG) da 4ª Delegacia Seccional (norte) apura o caso. O delegado Ismael Rodrigues participou de diligências, ontem à tarde, na tentativa de identificar integrantes do bando. A empregada de um morador assaltado foi ouvida.   Policiais da 4ª Seccional disseram que as imagens do arrastão também foram gravadas em baixa definição. Nos dois roubos, os criminosos levaram joias, dinheiro, telefones celulares, veículos e eletroeletrônicos. O Deic descarta ligação entre os dois casos.

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