Importadas e camaradas

Não espere encontrar nesta IPA de 6,9% o 'caminhão de lúpulo' de outros rótulos do estilo influenciados pelos EUA. O que não quer dizer que não seja uma boa cerveja. Equilibrada, com notas de lúpulo herbal e cítrico, malte tostado e caramelo, amargor afiado e final seco.

R.F., O Estado de S.Paulo

15 Novembro 2012 | 02h11

Vai para o copo? Sim, tem boa

complexidade e secura

Belgian ale com 6,6% de teor

alcoólico. Dourada, tem espuma

branca e boas notas de malte, cítricas

e condimentadas no aroma e no sabor. Na boca, destacam-se ainda o

adocicado e um leve picante.

Vai para o copo? Tem um bom preço e elementos interessantes, mas podia ser um pouco mais seca.

Brooklyn East India Pale Ale

Origem: EUA / A partir de R$ 8,59

Precursora do estilo doppelbock, esta receita de 7,9% combina notas de malte caramelo e tostado com um quê frutado (frutas secas e banana passa se insinuam). Na boca, ainda mostra potência alcoólica, corpo denso e final equilibradamente seco.

Vai para o copo? Sim, boa cerveja, que 'esconde' a força que tem. Cuidado!

Leffe Blonde

Origem: Bélgica / A partir de R$ 5,20

Paulaner Salvator

Origem: Alemanha / A partir de R$ 9,90

Uma cerveja na cabeça e R$ 10 na mão. Seguindo a mesma lógica da semana passada, fui garimpar nos supermercados boas compras fermentadas, desta vez entre as marcas importadas. Além das citadas ao lado, há ainda, nesta faixa de preço, as belgas Hoegaarden e Affligem; as alemãs Franziskaner, HofBräu e Schöfferhoffer; a australiana Coopers e a norte-americana Samuel Adams, entre outras.

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