Incêndio destrói 20% do parque da Chapada dos Guimarães

As duas maiores frentes do fogo - próximo a pontos turísticos muito procurados, estão sobre controle

10 de setembro de 2007 | 17h59

Apesar de controlado, o fogo persiste dentro do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. Técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) estimam que em dez dias já foram destruído seis dos 33 mil hectares no interior do parque, ou cerca de 20% da área. No entorno o fogo já consumiu entre 8 a 12 mil hectares. É o maior incêndio registrado na história do parque.   O último grande incêndio foi em 2001, quando chegaram a ser destruído 3,5 mil hectares dentro do parque. Nesta segunda-feira, 10, os serviços de combate ao fogo receberam reforço de 50 homens do Exército. Os trabalhos são feitos pelo ar, terra, mas o tempo seco continua favorecendo a propagação de focos.   As duas maiores frentes do fogo - próximo ao Portão do Inferno e do Véu de Noiva, os pontos turísticos mais procurados - estão sobre controle, mas sob intenso monitoramento.   "O fogo é traiçoeiro", disse a analista ambiental do órgão, Rossana Santana, acrescentando que "as expectativas são boas porque a temperatura está menor, em torno de 35º C, e a umidade relativa do ar aumentou para 30%". Nos últimos dias a umidade oscilou entre 13% e 15%.  

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