Incor: qualidade do ar melhora em locais fechados do Rio

Estudo do Instituto do Coração (Incor) de São Paulo aponta queda de cerca de 50% na concentração de monóxido de carbono no ar em bares, casas noturnas e restaurantes do Rio de Janeiro. O levantamento divulgado hoje foi realizado antes e depois de três meses da implantação da lei que proibiu o fumo em locais fechados, sancionada em agosto de 2009.

PRISCILA TRINDADE, Agência Estado

27 de agosto de 2010 | 19h58

Na média, houve queda de 1.4 ppm (partes por milhão) na concentração do gás nas áreas estudadas após a implantação da medida. Em alguns estabelecimentos, como em bares, as medições caíram de 5 ppm para 1 ppm, nível muito próximo ao encontrado em áreas livres da cidade.

Segundo o Incor, foram feitas duas medições de concentração da substância em 146 estabelecimentos. O primeiro registro aconteceu logo antes da implantação da lei, em novembro de 2009, e o segundo, 12 semanas depois.

O monóxido de carbono é identificado como fator de risco para as doenças do coração e dos vasos sanguíneos quando presente no organismo humano em altos níveis e por longo tempo, de acordo com o Incor.

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