Indústria do tabaco escondeu risco de câncer

Estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles que analisou documentos inéditos da indústria tabagista afirma que as companhias de cigarro sabiam desde os anos 1960 que a fumaça do produto era radiativa e potencialmente carcinogênica, mas esconderam essa informação. A substância perigosa em questão é o polônio-210. A pesquisa, publicada na revista Nicotine & Tobacco Research, defende que a vigilância sanitária dos Estados Unidos torne prioritária a remoção de partículas radiativas dos produtos de tabaco. / AP

LOS ANGELES, O Estado de S.Paulo

30 de setembro de 2011 | 03h03

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