Integrante da bateria, cadeirante celebra 'acolhimento' da Tom Maior

A cadeira de rodas e a falta de movimentos nas pernas não impediram o webdesigner Bruno Azevedo, de 24 anos, de integrar a bateria da Tom Maior. "Já toquei outras duas vezes por outras escolas, mas tive problemas de acolhimento. Na Tom Maior, sempre tive respeito e fui tratado com igualdade. Fico até emocionado", disse ele ao final do desfile.

FABIANA CAMBRICOLI, Estadão Conteúdo

14 Fevereiro 2015 | 03h18

Com enredo sobre a adrenalina, a Tom Maior busca em 2015 a superação depois que, no ano passado, o carro abre-alas quebrou antes de entrar na avenida.

Sem os percalços de 2014, a Tom Maior encerrou o desfile dentro do prazo, com 62 minutos, e muita comemoração. "Conseguimos atingir nossa proposta sem nenhum problema. Agora é esperar a avaliação dos jurados. Mas acho que o samba, a bateria e a evolução foram os pontos altos do desfile", disse a presidente da escola, Luciana Silva.

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