Itamaraty acumula derrotas em organismos internacionais

MEMÓRIA

Guilherme Scarance, O Estadao de S.Paulo

26 de novembro de 2009 | 00h00

A ofensiva brasileira para nomear dirigentes em órgãos internacionais gerou uma série de derrotas. A última foi em 22 de setembro, quando a búlgara Irina Bokova venceu o egípcio Farouk Hosny - apoiado pelo Itamaraty, em detrimento do brasileiro Márcio Barbosa - para chefiar a Unesco.

Em 25 de maio, a candidatura da ministra do Supremo Tribunal Federal Ellen Gracie para juíza da Organização Mundial do Comércio foi rejeitada. A OMC justificou que ela não conhecia a matéria. A vaga ficou com um mexicano.

Em 2008, por um voto de diferença, o Brasil perdeu o comando da agência máxima de patentes, a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI). O País também lançou, sem sucesso, nomes para diretor da OMC (2005) e da União Internacional de Telecomunicações (2006), para presidir o Banco Interamericano de Desenvolvimento (2005) e o conselho executivo da Organização Internacional do Trabalho (2003).

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