Já houve greve neste ano

Médicos de todo o País fizeram duas grandes paralisações neste ano, em protesto contra as operadoras de saúde, por considerarem que os planos foram reajustados em cerca de 150% nos últimos anos, enquanto a remuneração médica não chegou a subir 50%.

O Estado de S.Paulo

25 Outubro 2011 | 03h04

Os profissionais pediram que os contratos tenham previsão de aumento anual da remuneração, assim como ocorre com as mensalidades dos planos, reajustadas a cada ano a partir de porcentuais definidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

A primeira greve ocorreu em abril, contra todos os planos. A segunda, no mês passado, atingiu os convênios que não reajustaram os valores das consultas ou não negociaram com as entidades médicas.

Os profissionais também reclamam da interferência das empresas, como forçar a alta de pacientes internados em unidades intensivas de tratamento e recusar a autorização determinados exames.

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