Jardim Botânico do Rio vai repatriar dados de forma digital

Boa parte de espécies da flora brasileira foi descrita por pesquisadores estrangeiros, que levaram as amostras para seus países de origem. Agora, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em parceria com a Natura e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vai repatriar parte desses dados em formato digital. A iniciativa faz parte do projeto Plantas do Brasil: Resgate Histórico e Herbário Virtual para a Conservação da Flora Brasileira (Reflora).

O Estado de S.Paulo

05 de novembro de 2011 | 03h02

Com o projeto, que envolve instituições no exterior, estima-se que podem ser obtidas 500 mil amostras digitais em três anos. O material pertence à coleção do Royal Botanic Gardens de Kew, na Inglaterra, e foi recolhido nos séculos 18, 19 e 20. O Reflora prevê também o retorno de material do Museu Nacional de História Natural de Paris.

"A escolha da instituição para coordenar o projeto é um reconhecimento da nossa experiência com iniciativas de grande escala", disse o diretor de Pesquisa Científica do Jardim Botânico do Rio, Rogério Gribel.

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