Jovem que sumiu na Nova Zelândia continua desaparecido

Seis dias depois do desaparecimento, as buscas pelas três pessoas que caíram no mar da Nova Zelândia foram reduzidas, mas familiares e amigos do brasileiro João Felipe Martins de Melo, de 17 anos, que estava no grupo, ainda mantêm esperanças de encontrá-lo vivo.

LAURIBERTO BRAGA, Agência Estado

13 de agosto de 2012 | 18h09

João Felipe, um instrutor e um estudante neozelandês faziam escalada no Parque Paritutu, quando caíram de um penhasco. As autoridades da Nova Zelândia não trabalham mais com a possibilidade de encontrá-los vivos, mas estão em busca dos corpos ou esperam que eles apareçam ao longo da costa de New Plymouth nos próximos dias. Os trabalhos são prejudicados pelo mar agitado.

"Mantemos a esperança que ele seja encontrado numa caverna ou numa ilha", diz uma tia de João Felipe, Klébia Lustosa. "Estamos rezando bastante e confiantes na força principalmente de João Felipe, que é praticante de esportes radicais e jovem." Na Nova Zelândia, dois tios do brasileiro acompanham as buscas.

Oceanógrafos fizeram um mapeamento das marés e correntes oceânicas, mas até agora nada foi encontrado. Os trabalhos são feitos por dois barcos salva-vidas, dois caiaques e mais 15 pessoas entre bombeiros, pessoal da Cruz Vermelha e voluntários. No início das buscas eram cinco barcos e 50 pessoas envolvidas.

João Felipe estava na Nova Zelândia havia oito meses fazendo um intercâmbio cultural e tinha passagem de volta ao Ceará para outubro.

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