Juíza nega pedido do Marvell para reduzir veredicto de US$1,17 bi

O Marvell Technology Group não conseguiu convencer uma juíza federal a reduzir em mais da metade a punição de 1,17 bilhão de dólares determinada por veredicto de júri por infringir duas patentes de discos rígidos da Carnegie Mellon University.

Reuters

15 de janeiro de 2014 | 13h44

A juíza distrital dos Estados Unidos Nora Barry Fischer, em Pittsburgh -- onde a Carnegie Mellon é baseada -- negou na terça-feira o pedido do Marvell para cortar cerca de 620 milhões dólares da decisão, com base em um injustificado atraso da universidade em apresentar suas queixas por violação de patente.

O Marvell havia alegado que a Carnegie Mellon teve conhecimento da infração seis anos antes da ação ser ajuizada, em março de 2009. O fabricante de chips chamou o atraso de injustificado, dizendo que sofreu prejuízo econômico ou probatório.

A Carnegie Mellon contrapôs que tinha, no máximo, ouvido "boatos " ou "suspeitas" de que suas patentes estavam sendo infringidas. A universidade disse que seus atrasos em processar o Marvell eram razoáveis ??e que não acarretaram prejuízo.

Segundo a juíza, o Marvell não teria mostrado "um nexo suficiente entre seus gastos de capital e os atrasos da Carnegie Mellon University".

(Por Nate Raymond)

Mais conteúdo sobre:
TECHMARVELLPROCESSO*

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.