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Justiça do RJ mantém pai de Joanna preso

O juiz do 3º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, Guilherme Schilling Pollo Duarte, negou ontem o pedido de revogação de prisão preventiva de Andre Rodrigues Marins, requisitado durante a Audiência de Instrução e Julgamento (AIJ) do processo em que ele e sua esposa, Vanessa Maia Furtado, são acusados de tortura e homicídio da menina Joanna Cardoso Marcenal Marins, no dia 13 de agosto de 2010.

PEDRO DA ROCHA, Agência Estado

12 de janeiro de 2011 | 18h23

Essa é a terceira vez que o magistrado nega o pedido de liberdade. Joanna morreu vítima de meningite, contraída pelo vírus da herpes, após 26 dias em coma. A continuação da AIJ será no dia 17 de janeiro.

Para o juiz, "há elementos suficientes para manter o acusado na prisão, principalmente, após a confirmação, em Juízo, pela testemunha Gedires Magalhães de Freitas, empregada da família, quanto ao estado em que encontrou a menina quando foi trabalhar na residência do casal", afirmou.

Na decisão, o juiz registra que Joanna iniciou quadro convulsivo, com início provável no dia 13 de julho, sendo que a partir do dia 9 já não era vista no colégio, e que, baseado no laudo do Instituto Médico Legal (IML), os ferimentos da criança ocorreram no período em que ela estava sob a guarda de seu pai.

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