Kassab inclui feriados judaicos e islâmicos

A Prefeitura de São Paulo abonará até duas faltas por mês de praticantes do islamismo e do judaísmo durante o jejum do Ramadã, neste mês, e nos períodos de celebração do Yom Kippur e do Rosh Hashaná, em setembro. É a primeira vez que o município permite a inclusão de feriados que não estão no calendário cristão, seguido pelos órgãos públicos paulistas e na maior parte do País.

DIEGO ZANCHETTA, O Estado de S.Paulo

09 de agosto de 2012 | 07h47

A ordem que permite até duas folgas por mês, feita pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD), foi publicada na segunda-feira no Diário Oficial da Cidade. Para os judeus, o Yom Kippur simboliza o "dia do perdão" e o Rosh Hashaná é o ano-novo.

"É uma mudança emblemática e inédita para a comunidade judaica. Era muito difícil conseguir o abono em um dia no qual o judeu não pode de nenhuma forma trabalhar", afirma o vereador Floriano Pesaro (PSDB), praticante do judaísmo. Ele havia pedido a inclusão dos feriados judaicos ao prefeito em 2011.

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