Felipe Rau/AE
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Lagers, ales e companhia

Mercados esquecem da ‘mãe’ do estilo weizenbock

Bob Fonseca,

04 Abril 2012 | 21h15

Referência em weizenbocks e mais antiga receita da categoria em produção - é de 1907 -, a Aventinus, da alemã Schneider, é a mais difícil de ser encontrada nos supermercados entre representantes do estilo vendidas no Brasil. Das maiores redes de São Paulo, Makro Especiale trabalha com ela, mas atualmente lojas da capital não têm estoque. O jeito é apelar para empórios. Felizmente, há opções mais fáceis de comprar para fãs dessas cervejas de trigo mais alcoólicas e com caráter de malte mais potente.

WEIZENBOCK

Teor alcoólico médio (de 6,5% a 8%)

WEIHENSTEPHANER VITUS

Origem: Alemanha (500 ml)

R$ 11,90 no Pão de Açúcar

A ‘ovelha branca’. Ao contrário das outras weizenbocks, é dourada, com 7,7% de álcool. Boas notas de malte, banana, cravo e um quê cítrico. Na boca, leve esmalte, acidez e condimentado, que se acentua conforme a cerveja esquenta.

Vai para o copo? Sim, é uma boa weizenbock

 

EISENBAHN WEIZENBOCK Origem: Brasil (355 ml)

R$ 3,99 no Zaffari

Única nacional nos supermercados. Com 8%, é castanho-escura, mais translúcida que as outras. Notas de malte, caramelo, banana, cravo, leve tostado e um quê de tutti fruti; aroma podia ser mais potente, mas é duradouro. Bom corpo.

Vai para o copo? Sim. Tem a melhor relação custo-benefício

 

ERDINGER PIKANTUS

Origem: Alemanha (500 ml)

R$ 11,80 no Zaffari

A mais antiga no País. É a menos potente do trio, com 7,3%. Tem notas de banana, cítricas e leve condimentado, que duram pouco e dão lugar ao caramelo. Residual doce.

Vai para o copo? Só na falta das outras duas... Mas é a melhor da linha Erdinger por aqui.

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