Lapierre, o homem que deu dignidade ao Beaujolais

 

Luiz Horta,

14 Outubro 2010 | 09h05

Marcel Lapierre era um produtor de prazer. Seus vinhos do cru Morgon reabilitaram o enxovalhado nome comercial de Beaujolais. Vinhos voluptuosos e densos que não esqueciam a finalidade da bebida: dar felicidade, conversar com a comida e provocar amizades. Todas as vezes que eu via numa carta de vinhos um Lapierre esquecia dos demais e pedia, sem levar em conta o que ia comer. Vinho bom harmoniza com boa comida, sem muitas considerações. Nunca falhou.

Lapierre acreditava na casta Gamay, seu projeto era restaurar seu prestígio e conseguiu. Os vinhos tinham capacidade para guarda, mas podiam ser bebidos jovens, refrescados. Sua morte, aos 60 anos, foi um choque que transcendeu o pequeno mundo dos produtores naturais. É perda real para a alegria de beber.

Os vinhos são importados pela World Wine, tel.: 3383-7477

 

 

 

 

 

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