Líder dos manifestantes da Tailândia descarta guerra civil

O líder do movimento que quer derrubar o governo da Tailândia disse que cancelaria seu protesto se hover ameaça de guerra civil, mas rejeitou qualquer compromisso com o governo em relação aos planos de parar a capital do país.

Reuters

12 de janeiro de 2014 | 09h44

Os apoiadores da primeira-ministra Yingluck Shinawatra reuniram-se em sua defesa no domingo, mas evitaram Bangcoc.

Os manofestantes contrários ao governo acusam a premiê e seu irmão, o ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, de corrupção e nepotismo.

A primeira-ministra convocou eleições para o dia 2 de fevereiro, mas os os manifestantes querem a queda imediata de seu governo.

O líder dos protestos, Suthep Thaugsuban, descartou conversas com o governo, em uma entrevista publicada no domingo, mas disse que abriria mão de seu movimento se, como alguns temem, se a situação levasse a uma guerra civil.

"Se isso se transformar em guerra civil, eu desisto. A vida das pessoas é preciosa para mim", disse ele em entrevista so jornal Sunday Nation.

(Por Amy Sawitta Lefevre e Alan Raybould)

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