Líderes do oeste da África concordam em trabalhar juntos contra grupo rebelde nigeriano

Os líderes da África Ocidental concordaram neste sábado em trabalhar juntos para travar uma "guerra total" contra o Boko Haram, afirmando que o grupo rebelde nigeriano tornou-se uma Al Qaeda regional e uma ameaça a todos eles.

JOHN IRISH E ELIZABETH PINEAU, Reuters

17 de maio de 2014 | 16h01

Os vizinhos da Nigéria, como o Chade, Camarões, Níger e Benin, além de autoridades ocidentais, encontraram-se em Paris para elaborar um plano que permita a eles compartilhar inteligência, coordenar ações e monitorar fronteiras.

Apesar de o grupo Boko Haram já estar lutando há cinco anos, com ataques a civis e a forças de segurança, foi o sequestro de 200 alunas no mês passado que despertou as a atenções do mundo.

"Boko Haram não é mais um grupo terrorista local. Ele está agindo claramente como uma operação da Al Qaeda. É a Al Qaeda do oeste da África", disse o presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan em entrevista após o encontro em Paris.

"Nós mostramos nosso compromisso por uma aproximação regional. Sem os países do oeste da África trabalhando juntos não estaremos aptos a derrotar esses terroristas", disse.

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