Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Mães comemoram seu dia como se fosse a primeira vez

Oito mulheres contam suas histórias de recomeço com final feliz

Mônica Reolom, Paula Felix, Roberta Pennafort/ Rio, O Estado de S. Paulo

09 Maio 2015 | 19h06

No segundo domingo do mês de maio, as mães brasileiras recebem flores, são convidadas para almoçar, choram na apresentação dos filhos na escola, escancaram sorrisos quando conseguem reunir a família. Mas o Dia das Mães, que comemora a figura-símbolo da gestação, da criação e do amor, também pode ser vivido de uma forma totalmente nova.

Há mulheres que não passaram por uma gravidez e escolheram fazer uma criança feliz, como no caso da Andréia. Já Viviane teve de passar por um difícil e longo tratamento até conseguir, finalmente, dar à luz a Guilherme. Esse é o primeiro Dia das Mães para elas.

E há as que vão viver essa data como se fosse a primeira vez. A Érika teve de ser forte para enfrentar a leucemia da filha de 5 anos, e Rosângela contou com a força da família e da sua mente para lutar contra um câncer durante a gravidez. A Maria pode sorrir de novo porque seu filho saiu da Fundação Casa, enquanto Ana Paula pretende reunir os três filhos agora que deixou a prisão. Já Renata e Mariana tiveram de lidar com a dor e aprender com ela. A primeira não teve notícias do filho por 47 dias, e a segunda perdeu Sofia para uma doença rara.

O Dia das Mães, para todas elas, será especial.

Confira as histórias:

- A alegria em ver a filha saudável

- A família que nasce de uma adoção

- Gravidez após dois tratamentos frustrados

- Rosângela descobriu um câncer e a gravidez

- Mãe e filho juntos depois da detenção

- Vida com os filhos após a prisão

- Dois irmãos separados por uma doença

- Filho de Renata desapareceu por 47 dias

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