Mais 3 são presos por assalto a banco em Goiás

Mais três pessoas envolvidas com o assalto ontem a uma agência bancária em Inaciolândia, em Goiás, foram presos pela Polícia Civil. Durante o roubo, três bandidos morreram durante troca de tiros com a polícia e um outro suspeito foi preso.

SOLANGE SPIGLIATTI, Agência Estado

14 Março 2012 | 11h34

As prisões de Villander Nascimento Costa, de 22 anos, Francisco Raimundo Bezerra, de 45 anos, e uma menor, aconteceram por volta das 19 horas de ontem, em Itumbiara, também em Goiás. Segundo a Polícia Civil, o trio era responsável pelo apoio e logística dos assaltantes que entraram em confronto com Policiais Civis em Inaciolândia.

De acordo com investigação da Polícia, os assaltantes que praticaram o assalto de Inaciolândia estariam baseados em Itumbiara. O grupo alugou duas casas na cidade, em bairros bem distantes uma da outra, e passaram desapercebidos enquanto praticavam também arrombamentos de caixas eletrônicos na região Sul do Estado, segundo a Polícia.

Segundo o delegado André Bottesini, do Grupo Antirroubo a Banco da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), oito bandidos chegaram a Inaciolândia por volta das 3 horas de terça-feira e destruíram torres de telefonia na cidade, desabilitando o sistema de telefonia móvel da região.

Após destruírem as torres, o bando foi à agência bancária, colocando explosivos em dois terminas de caixa eletrônico. Uma das bombas falhou e a outra, além de explodir o caixa eletrônico, destruiu parte da agência. Quando se preparavam para sair, foram surpreendidos por policiais. Houve troca de tiros e três bandidos morreram. Um policial civil ficou ferido.

Jerry Bruno da Silva Moura foi preso logo após o assalto. Segundo a polícia, ele residia em uma das casas alugadas em Itumbiara. Nas residências foram apreendidos materiais usados pelo bando, como máscaras, luvas, radiocomunicadores, cordas, placas de veículos, ferramentas, furadeira, binóculo e um aparelho bloqueador de sinais de celular, GPS e rastreador, que corta as comunicações ao redor do mesmo enquanto está ligado, aparelho de comercialização proibida e que é normalmente usado em assaltos e também vários documentos de outras pessoas que não estavam no local.

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