Manifestação evolui para confusão em Porto Alegre

A manifestação pela redução das tarifas do transporte público e mais recursos para educação e saúde gerou confusões e alguns confrontos entre ativistas e soldados da Polícia Militar na noite desta quinta-feira, 27, em Porto Alegre.

ELDER OGLIARI, Agência Estado

27 de junho de 2013 | 22h09

Enquanto a maioria dos cerca de 3 mil participantes do protesto permaneceu diante do Palácio Piratini, um grupo menor, com cerca de cem pessoas, saiu para o outro lado da Praça Marechal Deodoro e atirou pedras e rojões contra o Palácio da Justiça, sede de Judiciário. Na sequência, saiu depredando contêineres de lixo, virando dois deles, e chutando grades de lojas na Rua Jerônimo Coelho e Avenida Borges de Medeiros, para depois se dispersar em direção ao bairro Cidade Baixa.

A manifestação reuniu público bem menor que as 20 mil pessoas da quinta-feira passada, 20, e as 10 mil pessoas de segunda-feira, 24, desta semana. Também houve carros de som e shows musicais. Uma comissão de 11 representantes dos manifestantes foi recebida pelo governador Tarso Genro, apresentou as reivindicações do movimento e ficou de receber respostas nos próximos dias.

O grupo que se desgarrou e partiu para as depredações saiu gritando "protesto não é festa". Por volta das 21 horas, o grupo maior deixou a praça e caminhou cinco quadras, até o Largo Zumbi dos Palmares, já na Cidade Baixa, onde permaneceu concentrado, pacificamente.

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