Manifestações continuam no interior de SP

Cerca de 300 manifestantes reuniram-se na frente da prefeitura de Marília, no centro-oeste do Estado, no início da noite desta segunda-feira, para exigir a municipalização do transporte coletivo e melhorias na saúde. O grupo tinha o apoio de estudantes da Universidade Estadual Paulista (Unesp) que estão em greve. O protesto seguiria em direção ao prédio da Câmara, onde vereadores discutiam projeto de aumento de 7,5% aos servidores municipais. O prédio da Câmara foi cercado por 50 policiais militares para evitar possível invasão.

JOSÉ MARIA TOMAZELA, Agência Estado

24 de junho de 2013 | 19h49

Em Pederneiras, noroeste do Estado, grupos de manifestantes reuniam-se às 19 horas desta segunda-feira na Praça da Matriz, no centro, para um novo protesto. A Polícia Militar, que acompanhava a manifestação, não tinha ainda uma estimativa do público. Com faixas e cartazes, os manifestantes pediam melhorias nos serviços públicos e o fim da corrupção. Uma passeata seguiria em direção à Câmara.

Em Bauru, 180 motoristas de ônibus, em greve desde a sexta-feira, 21, saíram em marcha pelas ruas da cidade na manhã desta segunda-feira. Os manifestantes tiveram a adesão de moradores e estudantes. Em outro ponto da cidade, no bairro Pousada da Esperança, um protesto de moradores exigiu ação da Polícia. Um grupo protestava contra o atropelamento e morte de um ciclista e ateou fogo em pneus e paus para bloquear a rua principal do bairro.

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