Manifestantes caminham em direção à Avenida Paulista

Cerca de 200 pessoas já se aglomeram no vão livre do Masp e interditam uma faixa da Avenida Paulista, no sentido Consolação, na região central de São Paulo. Outros grupos que protestam pela cidade seguem em direção à avenida, de onde os manifestantes devem sair para a Praça Ramos de Azevedo na tarde desta quinta-feira, 11.

ARTUR RODRIGUES E TIAGO DANTAS, Agência Estado

11 de julho de 2013 | 11h09

Às 10h30, um grupo de aproximadamente 200 aposentados subia a Brigadeiro Luis Antônio em direção à Paulista. Segundo a Polícia Militar, não há prejuízo ao trânsito da região. Trabalhadores do setor de construção - que fecharam a ponte Estaiada nesta manhã - também já se dirigiam para a concentração.

"Vai passando um rádio para os companheiros encontrarem a gente no caminho", afirmou um líder sindical dos motoboys. O grupo deixou a sede do sindicato da categoria, no Brooklin, zona sul, às 10h25. Cerca de 500 motoqueiros saíram atrás do carro de som, ocupando as quatro faixas da Avenida dos Bandeirantes. Eles vão passar pelas avenidas 23 de Maio e Paulista, onde se juntam aos outros trabalhadores que protestam nesta quinta, no "Dia Nacional de Lutas".

Para Paulinho da Força, deputado federal e presidente da Força Sindical, as manifestações em São Paulo superaram as expectativas da central sindical. Na cidade são ao menos 21 os pontos de protesto. "A Força Sindical não vai pedir um golpe nem que retire a presidente Dilma. Agora, tem essa insatisfação que deve ser cobrada nas urnas", afirmou. Ele negou que o fato de os metroviários e funcionários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos não terem aderido à greve tenha esvaziado o ato.

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