Material usado em estudo foi retirado de outros cães e gatos

As células-tronco que serão usadas no estudo não são dos próprios animais. Elas foram isoladas da polpa de dente e do tecido adiposo (gordura) de outros cães e gatos. Mas não há risco de rejeição, segundo os pesquisadores da empresa Celltrovet.

, O Estado de S.Paulo

09 de maio de 2010 | 00h00

"São todas células imunocompatíveis", garante a médica veterinária Cristiane Wenceslau. No recém-inaugurado laboratório da empresa, dois botijões de nitrogênio líquido guardam centenas de tubinhos plásticos com amostras congeladas de células-tronco extraídas de material doado por clínicas veterinárias.

As células de polpa de dente e gordura têm preferência por serem de fácil obtenção e preservarem a capacidade de se diferenciar em vários tipos de tecido do organismo. "Entre as células-tronco adultas, são as que têm o potencial de diferenciação mais próximo das embrionárias", diz o diretor científico da empresa, Alexandre Kerkis.

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