Mediação da GCM de SP resolve de bullying a briga

As primeiras quatro casas de mediação montadas pela Guarda Civil Metropolitana (GCM) em São Paulo resolveram ao menos 40 conflitos desde novembro - média aproximada de um por semana. A maioria dos casos atendidos envolve briga de vizinhos, invasão de um terreno ou pintura de um muro divisório. Mas uso de drogas, bullying, brigas de casal e até de futebol também levaram paulistanos para as salas de mediação.

TIAGO DANTAS, Agência Estado

27 de agosto de 2012 | 10h34

O programa é definido pela Prefeitura de São Paulo como uma política de prevenção do crime. "Se um conflito que parece pequeno não é tratado, pode virar uma agressão ou algo pior", afirma a inspetora Maria Fátima de Sá Silva, coordenadora das casas de mediação da zona sul.

Com a inauguração de outros 14 espaços nos últimos meses, o número de casas de mediação chegou a 18. Até o fim do ano, devem ser 31 unidades, uma em cada subprefeitura. O curso de mediadores da Prefeitura já formou 150 guardas para atuar na função. Outros 70 estão sendo capacitados.

A mediação da GCM e as sessões de conciliação da Justiça são instrumentos distintos. O acordo firmado nas casas de conciliação não precisa, obrigatoriamente, ser cumprido. Já a conciliação da Justiça tem o objetivo de acelerar o andamento de processos judiciais. Se o acordo é descumprido, o processo volta a correr normalmente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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