Médicos de mais três hospitais param no Rio

Médicos e funcionários de mais três hospitais federais do Rio entraram ontem em greve, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social do Rio (Sindsprev-RJ). Outras cinco unidades federais estão paralisadas: os hospitais Cardoso Fontes, dos Servidores do Estado, Ipanema, Lagoa e a Policlínica Piquet Carneiro. O Hospital Federal do Andaraí funciona normalmente.

FÁBIO GRELLET / RIO, O Estado de S.Paulo

10 de julho de 2012 | 03h04

O impacto sobre o atendimento, porém, é incerto. O sindicato diz que foram suspensas consultas e cirurgias no Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeiras e no Hospital Geral de Bonsucesso.

A assessoria de imprensa do Into negou que a interrupção do atendimento. A do Instituto Nacional de Cardiologia informou que a unidade não se pronunciaria. Já o Ministério da Saúde, responsável pelas demais unidades, admitiu que no Hospital Cardoso Fontes permanece a interrupção no serviço de alguns ambulatórios, mas "os atendimentos em oncologia, imunodeficiência, odontologia e nefrologia estão sendo realizados normalmente".

No Ipanema, foi interrompida a marcação de novas consultas, mas o atendimento aos pacientes agendados é normal. No Hospital da Lagoa, cirurgias menos complexas foram suspensas. Segundo o ministério, os hospitais de Bonsucesso e dos Servidores operam normalmente.

A greve dos servidores federais começou em 18 de junho e atinge oito Estados. Entre as reivindicações estão reajuste de 22,08%, jornada de 30 horas sem redução salarial, incorporação das gratificações e reajuste dos benefícios.

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