Mercadante minimiza riscos de protestos durante Jornada

Um dos interlocutores mais próximos da presidente Dilma Rousseff, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, minimizou na manhã desta quarta-feira, 17, os riscos de manifestações populares afetarem a visita do papa Francisco ao Brasil, dentro da Jornada Mundial da Juventude. "Em todas as manifestações religiosas do País jamais tivemos qualquer tipo de conflito. Não acredito que interessa a quem quer que seja criar problemas, cada um saberá respeitar o seu espaço", avaliou.

RAFAEL MORAES MOURA, Agência Estado

17 de julho de 2013 | 11h45

"É muito importante receber a visita do papa. Todo mundo vai ter muita responsabilidade, será um evento de grande participação democrática, serena, religiosa", afirmou o ministro, ao chegar ao Palácio Itamaraty para participar da 41ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

Conforme informou nesta quarta o jornal O Estado de S. Paulo, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) vê as manifestações nas ruas como a maior "fonte de ameaça" à visita do papa Francisco, tanto no Rio de Janeiro como em Aparecida (SP). O alerta estava exposto em um painel de informações na Abin, em Brasília, durante visita aberta a jornalistas, no qual apareciam seis "fontes de ameaça" para o Rio: incidentes de trânsito, crime organizado, organizações terroristas, movimentos reivindicatórios, grupos de pressão e criminalidade comum. O maior nível de preocupação é com os chamados "grupos de pressão", como os protestos difusos, sem lideranças.

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