Metroviários de SP decidem entrar em estado de greve

Apesar de reposição no salário de 4,51%, sindicalistas querem atendimento de lista com 97 pontos

Carina Urbanin, Agência Estado

20 de maio de 2008 | 21h16

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo decidiu nesta terça-feira, 20, após assembléia na sede da entidade, decretar estado de greve - alerta para possível paralisação. Segundo a assessoria de imprensa do sindicato, o Metrô aceitou conceder à categoria uma reposição salarial de 4,51% e renovou um acordo coletivo que inclui, entre outras medidas, a participação dos funcionários nos lucros da empresa. No entanto, os sindicalistas querem ainda o atendimento de uma lista com 97 pontos, entre os quais aumento real de salários, recontratação dos funcionários demitidos após a última greve, em 2007 e a elaboração de um plano de carreira para os funcionários. Esta marcada para a próxima segunda-feira, 26, às 16 horas, uma manifestação da categoria na Praça da Sé. Os manifestantes farão uma passeata até a Rua Boa Vista, sede do Metrô. A assessoria dos metroviários ressaltou que não há possibilidade de greve antes do dia 27, e que qualquer paralisação no serviço será previamente comunicada, por meio de informativos, aos usuários do Metrô.

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