Ministros de saúde da Unasul unem forças para enfrentar o H1N1

Os ministros membros do Conselho de Saúde Sul-americano definiram neste sábado a estratégia para pedir aos países desenvolvidos, à Organização Mundial da Saúde (OMS) e às companhias farmacêuticas o acesso a vacinas, medicamentos e assistência técnica para combater o H1N1 na região.

REUTERS

08 Agosto 2009 | 17h56

Reunidos no Equador antes da reunião da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), os ministros disseram que a região precisaria de 200 milhões de doses de vacinas.

"Reiteramos a liderança da OMS para apoiar a negociação com os laboratórios e os países de primeiro mundo que têm a vacina pré-comprada, de tal maneira que se garanta o acesso à população mais vulnerável dos países da região", disse a ministra da Saúde do Equador, Caroline Chang.

"É estabelecido um compromisso para não comprar individualmente, acima dos preços estabelecidos pelo fundo rotativo da OMS, evitando que interesses comerciais aproveitem o pânico da pandemia", disse Chang.

Com a postura única, os membros do conselho pretendem melhorar o acesso e a disponibilidade de vacinas, antivirais e equipes de diagnóstico na região.

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