Ministros tentam minimizar baque com notícia de que PTB apoiará Aécio e não Dilma

Os ministros Aliozio Mercadante, da Casa Civil, e Ricardo Berzoini, das Relações Institucionais, procuravam neste sábado minimizar as notícias de que o PTB decidiu mudar de lado e deixar de apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT)para se aliar ao principal candidato de oposição, Aécio Neves, do PSDB.

REUTERS

21 Junho 2014 | 12h03

"Estamos conversando, mas é um processo normal, trabalhamos para ter a maior aliança possível", disse Berzoini a jornalistas ao chegar para a convenção que oficializará a candidatura de Dilma.

Mercadante foi na mesma linha.

"Vamos aguardar as convenções, temos até o final do mês", disse. "Estamos muito consolidados nas alianças."

Na véspera, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, havia citado a jornalistas o PTB entre os partidos que deveriam apoiar a reeleição de Dilma.

O maior partido governista, o PMDB do vice-presidente da República, Michel Temer, já oficializou seu apoio, apesar de a decisão ter tido um apoio menor que o esperado pelos governistas.

(Reportagem de Nestor Rabello e Maria Carolina Marcello)

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